Bem-vindos ao blog A Mãe Prematura

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Olá, meu nome é Fabiola, sou A Mãe Prematura do Otto, hoje com 1 ano e 1 mês, nascido prematuro de 28 semanas de gestação após complicações por pré-eclâmpsia. Sou jornalista de formação e sempre gostei muito de escrever. 

Criei esse espaço para contar um pouco da nossa história, pois acho que pode ajudar muitas mães de prematurinhos por aí, e também compartilhar minhas experiências no mundo encantador e desafiador da maternidade, trocar ideias e dicas.

Por aqui, vamos falar sobre assuntos como gravidez, enxoval, cuidados com o bebê, meu dia a dia de mãe e muitos outros temas. Também tenho um Instagram, segue lá @amaeprematura, mais um canal onde podemos conversar e trocar ideias.

Lições de yoga – para dentro e fora do tapete

Respire

A primeira coisa que você aprende praticando yoga é respirar. Respirar fundo e na hora certa inspirar, expirar. Traz calma e consciência corporal.

Equilíbrio

Algumas posturas exigem mais equilíbrio (assim como algumas situações na vida). Você se concentra, foca, às vezes dá aquela balançadinha, mas que não deixa cair.

Flexibilidade

Talvez você não seja a pessoa mais flexível, mas com treino, tempo e persistência, vai ganhando espaço e, a cada respiração, conquista um pouquinho mais de flexibilidade.

Paciência

Algumas posturas não vão ser feitas logo na primeira vez. É preciso ser paciente para repetir até aperfeiçoar e conseguir.

Confiar no processo

Para chegar a algumas posturas específicas, existe uma ordem que é como um preparo, um aquecimento que vai preparar o seu corpo para chegar no objetivo final. Não adianta pular etapas, você precisa passar por todo o processo até estar preparado para chegar a tal pose.

Viver o momento presente

Aterrar, meditar, concentrar. São atitudes para estar no aqui e agora. Yoga propõe isso a cada asana: viver o momento presente.

Livro: A Biografia Humana

Através de uma metodologia própria, a psicóloga conduz os consultantes (ela não gosta de chamá-los de pacientes) por uma viagem pela própria vida, passado, origens, para tentar solucionar problemas do presente.

Ela explica sobre os personagens que muitas vezes “vestimos” para conseguir sobreviver após situações traumáticas vividas na infância.

As descobertas muitas vezes são surpreendentes. Interessante para quem tem filhos por mostrar como o discurso materno e atitudes do pai podem mudar drasticamente a maneira como a pessoa vive e se relaciona. Quem não tem, acaba olhando em perspectiva e tentando montar o quebra-cabeças da própria vida, relembrando da infância e adolescência para montar a própria biografia.

5 maneiras de atualizar o look de moletom com sapato cool

Já falei aqui que o moletom (principalmente os conjuntos) veio para ficar nesse nosso novo estilo de vida que pede conforto e estilo no home office.

Mas não é porque vamos usar moletom que precisamos ficar com o look boring – sem graça! E eu trouxe aqui as 5 maneiras de atualizar já esse look adicionando um sapato bem cool à produção!

Tênis

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Quando se fala em moletom, logo se pensa em tênis. E por que não? Mas ele não precisa ser básico, pode ter um toque de fashionismo para dar vida ao look.

Mules

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As mules são atualizadores instantâneos de look, deixando-os mais modernos. Esse modelo de pelinhos da Gucci então, nem se fala. E o melhor é que tem opções inspired tão lindas quanto o original!

Escarpim

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Moletom e escarpim, por que não? Bateu a vontade de subir no salto e se sentir mais chique? Esse é o modelo perfeito.

Bota

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Quando a gente pensa em moletom com botas, pode parecer estranho num primeiro momento, mas olhando esse look da Rihana dá pra ver que pode ser sim uma boa opção. Se quiser ousar ainda mais, aposte no modelo com print animal.

Mocassim

Para encerrar, o modelo clássico de mocassim pode ser o equilíbrio perfeito para o despojado que traz o moletom.

Qual seu modelo favorito? Me conta nos comentários!

Dica de série: Da decoração ao makeover

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Que todo mundo adora uma série de decoração/reforma não é novidade. Basta dar uma rápida espiada no catálogo de opções da Netflix e afins.

Da decoração ao makeover mostra a vida e o trabalho de Shea e Syd McGee, que renova desde pequenos cômodos ou ambientes até casas completas. Inclusive a casa dos sonhos do casal, que eles fazem do zero para viver com as duas filhas pequenas.

Além do estúdio de design de interiores, o casal tem uma loja móveis e decoração que parece ser uma sensação lá nos Estados Unidos. Eles não estão para brincadeira: tudo é de muito bom gosto, e tanto as peças da loja quanto os projetos de decoração fazem muito sucesso.

O bacana é que Shea, que encabeça e dirige cada projeto pessoalmente, consegue ler e interpretar os clientes, entendendo exatamente o que eles buscam. E ela comenta que não importa se é um budget mais modesto ou cifras milionárias, o importante é que o cliente sinta que a casa reflete seu estilo pessoal. Ela diz que o design não se resume a coisas bonitas. Ele tem o poder de mudar seu modo de viver na casa.

São apenas duas temporadas de seis episódios cada, mas fuçando na internet, descobri que eles já estão gravando a terceira temporada que deve ir ao ar ainda esse ano. Super indico para relaxar a mente se deliciar com imagens lindas de casas repaginadas e o cenário encantador de Utah, nos Estados Unidos.

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Incentivando a autonomia nas crianças

Sempre busco encorajar Otto a ter autonomia e ser independente porque acredito que dessa forma ele vai crescer e se tornar um adulto mais forte e capaz. Mas já me peguei, nesse caminho, preocupada com a opinião alheia, o famoso julgamento: o que vão pensar? Que não sou uma boa mãe, não ajudo e deixo que ele “se vire sozinho”.

Eis que durante meus estudos aprendi que quando fazemos coisas pelas crianças, diminuímos a capacidade de aprendizagem delas.

Sim, porque é fazendo que se aprende a fazer. O simples ato de tomar água em um copo de vidro, por exemplo. Elas não vão saber logo de cara, vão derrubar água algumas vezes até entender como se faz.

Veja bem, não estamos o tempo todo com elas e em algum momento vamos falhar. Por isso, é importante que elas saibam agir de forma autônoma.

Claro que ser permissivo demais também não é legal. Mas encontrar um caminho entre o meio termo vai ser de grande valia para que as crianças não percam a vontade de aprender. Quando elas percebem que são capazes de fazer algo sozinhas, se sentem felizes, fazendo parte do meio em que vivem e encorajadas a aprender mais.