Bem-vindos ao blog A Mãe Prematura

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Olá, meu nome é Fabiola, sou A Mãe Prematura do Otto, hoje com 1 ano e 1 mês, nascido prematuro de 28 semanas de gestação após complicações por pré-eclâmpsia. Sou jornalista de formação e sempre gostei muito de escrever. 

Criei esse espaço para contar um pouco da nossa história, pois acho que pode ajudar muitas mães de prematurinhos por aí, e também compartilhar minhas experiências no mundo encantador e desafiador da maternidade, trocar ideias e dicas.

Por aqui, vamos falar sobre assuntos como gravidez, enxoval, cuidados com o bebê, meu dia a dia de mãe e muitos outros temas. Também tenho um Instagram, segue lá @amaeprematura, mais um canal onde podemos conversar e trocar ideias.

Autoconhecimento salva

E não só aqueles que têm depressão, ansiedade, burnout ou qualquer outra doença emocional atestada.

O autoconhecimento salva:

Quem quer se relacionar melhor com as pessoas;

Quem quer ser autoconfiante;

Quem quer se descobrir profissionalmente;

Quem quer fazer escolhas mais assertivas;

Quem quer ganhar dinheiro;

Quem quer guardar dinheiro; 

Quem quer emagrecer; 

Quem quer gerir melhor o seu tempo;

Quem quer criar melhor os filhos;

Quem quer iniciar um projeto empacado;

Quem quer ser um melhor profissional;

Quem quer gerenciar melhor as emoções e os impulsos…

Essas e outras pessoas podem ser salvas pelo autoconhecimento, uma vez que não existe mudança sem ponto de partida e o ponto de partida da sua vida é você.

Você descobrir quem você é, como você está para então planejar o caminho que te leva aonde você quer chegar.

Se não estiver aberto para buscar ajuda profissional para desenvolver o autoconhecimento, a descoberta de si mesmo, leia livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal, assista vídeos sobre o tema, mas faça.

Gosto de dizer que adquirir autoconhecimento é como comprar uma caixa de ferramentas da vida, quanto mais você aprende sobre a caixa, melhor usa as ferramentas.

A caixa você já tem, mas será que conhece bem e sabe usar todas as ferramentas que tem dentro dela?

Descubra-se (salve-se)!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você seria sem os seus problemas?

Verdade seja dita, somos bem criativos quando o assunto é problema. Tanto na hora de criá-los, como para resolvê-los.

Já dizia Murilo Gun, criatividade é a arte de resolver problemas e que problema é tudo aquilo que precisamos para criar algo.

Parece complexo, mas não é!

Tudo que exige uma resolução é um problema, até mesmo eleger o cardápio do almoço.

Pense na sua vida sem os seus problemas, normal que o primeiro pensamento seja algo relacionado a uma vida perfeita.

E se eu te dissesse que você seria incapaz de viver sem eles, que não deixaria de criá-los?

É isso mesmo!

Nós precisamos dos problemas que criamos todos os dias para crescer, para conviver, para tornar mais divertida essa nossa aventura que é viver.

Te convido, a partir desse texto, a começar a enxergar seus problemas com mais carinho e escolher de maneira consciente por quanto tempo os quer na sua vida, ou seja, quando você vai resolver ou deixar de enxergar como um problema, se for taxado como irremediável.

O clichê “o que não tem remédio, remediado está” cai como uma luva aqui.

Se tem algum problema na sua vida que você não vê jeito para resolver, porque ele ainda é um problema para você?

Não seja masoquista e se obrigue a sofrer por isso, aprenda a conviver com aquilo que não vai mudar e comece a enxergar com outros olhos.

Quando estiver pronta para aceitar que é você mesmo quem cria os seus problemas, irá desfrutar de uma vida mais leve.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Beleza: resenha do secador Marula da Gama

Semana passada compartilhei no meu IG (@fabiolamininel) minha nova aquisição: um secador da Gama. Estava procurando um modelo bom, que fosse potente e me permitisse secar o cabelo mais rapidamente, já que o meu era antigo e estava me tomando muito tempo nessa tarefa tão simples.

Escolhi o modelo Marula, da Gama. O principal diferencial dele é que é auto bivolt, ou seja, ele se adapta automaticamente à tensão do local onde você está (ótimo para viagens, geralmente os hotéis oferecem, mas nem sempre são bons, e em muitas cidades e outros países a tensão é 220V). Depois, a potência. Dentre os modelos que eu vi, esse era o mais forte, com 2400W.

Sua descrição também diz que ele emite íons e óleo de marula, que é antioxidante e protege de danos os cabelos naturais e com química. Possui seis combinações de temperatura e duas velocidades, além de ar frio e cabo de seis metros.

O que eu achei

Estou usando na tomada 110V e o resultado já foi incrível. Sei que no 220V é ainda mais forte.

O jato de ar é bem forte e quente, mas não a ponto de queimar. Eu consigo secar meu cabelo todo em apenas 10 minutos. Eu demorava quase meia hora com meu secador antigo. Também não sei se é impressão, mas estava achando meu cabelo meio opaco, e agora parece que ele está com mais brilho e mais macio.

O meu objetivo principal era reduzir o tempo de secagem e ele foi atingido com sucesso, mesmo tendo muito cabelo (muito mesmo). O resultado macio e com brilho é bônus e eu já amei.

O preço dele é um pouco mais alto em comparação a modelos similares em potência, mas que não são bivolt. Paguei 399, mas achei que valeu super o investimento.

Teatro: Mãe fora da caixa

A atriz Miá Melo estrela esse monólogo baseado no livro homônimo da escritora Thaís Vilarinho (que também tem o insta @maeforadacaixa) e que trata desse assunto tão amplo e que traz emoções das mais variadas: a maternidade.

O enredo da peça gira em torno da mãe de uma menina de 7 anos que se vê frente a frente com um teste de gravidez, prestes a descobrir se terá outro filho. Nesse meio tempo, ela relembra toda jornada até ali: o bebê recém-nascido, as noites em claro, as primeiras palavrinhas e o desabrochar do amor incondicional.

É impossível não se identificar com, ao menos, uma das situações descritas. Posso falar por mim, que me enxerguei em quase todas. Algumas um pouco levadas ao extremo do extremo (na minha percepção), podendo assustar um pouco quem ainda não é mãe ou pai, mas não por isso menos engraçado ou totalmente fora da realidade.

Miá interage muitas vezes com o público ao longo da peça. Havia mães, pais e “não-mães e não-pais” e todos se envolveram e se emocionaram, riram e choraram. Em alguns momentos achei que a história dela se misturava à da personagem, tamanha troca dela com o público, dividindo também situações pessoais de seu maternar.

São abordados temas como puerpério, ainda pouco falado, mas tão importante da vida das recém-mães; o construção do amor incondicional (já falei sobre o tema aqui); os pitacos e palpites disfarçados de “dicas” que todo mundo adora dar para as mães; a culpa; os julgamentos; a loucura dos primeiros meses com um recém-nascido…

E para finalizar de maneira especial, essa foi a primeira sessão após a pausa do teatro por conta da pandemia de coronavírus. Miá ficou muito emocionada, contagiando o público que também estava ali se adaptando a essa nova forma de curtir o entretenimento. Mas de maneira segura e responsável.

Não vejo motivos para não assistir a essa peça que fica em cartaz até dia 22/11, no Teatro das Artes, dentro do Shopping Eldorado. Sessões às sextas, 21h, e sábados e domingos, às 17h30.

Livro: Síndrome da impostora

Esse livro escrito pela Rafa Brites, apresentadora, escritora e facilitadora de jornadas, fala sobre aquele sentimento que acredito ser comum em todas nós – ou pelo menos, a maioria: a sensação de vergonha, embaraço e paralisação que nos faz duvidar de nós mesmas o tempo todo.

A síndrome da impostora, acredite, acomete muito mais gente do que você imagina. Muitas delas, mulheres notáveis e com grandes feitos para a sociedade e para o mundo. Mas, por algum motivo, elas não se acham boas o suficientes e acreditam que, em algum momento, “suas máscaras vão cair”.

Dedicada a ajudar pessoas no que ela chama de revolução pessoal, Rafa compartilha nesse livro situações que nos trazem esses sentimentos e nos convida a fazer uma viagem interna para tirarmos a síndrome da impostora da nossa vida.

Digo para dentro porque, além de as respostas estarem todas dentro de nós, é importante também saber que enquanto estivermos procurando aprovação externa, nunca seremos boas o suficiente. Se nossa medição for sempre pela régua alheia, o resultado nunca vai ser bom, afinal, o outro é diferente da gente.

E aproveito para tocar num ponto que sempre venho falando aqui e no meu Instagram @fabiolamininel (se ainda não segue, é só clicar para seguir): a importância do autoconhecimento. Quanto mais nos conhecemos, entendemos nossos sentimentos e vulnerabilidades, melhor podemos lidar com situações como a síndrome da impostora.

“…antes mesmo de nos apresentar ao mundo, temos que saber quem somos. O caminho do autoconhecimento é o capítulo inicial de toda mudança.”

Esses e muitos outros insights preciosos são compartilhamos nesse livro com o qual eu não poderia me identificar mais. Acredito que todo mundo vai se reconhecer em pelo menos um dos exemplos citados. Leitura valiosa para quem sofre da síndrome da impostora, para quem busca o autoconhecimento e para todas as outras pessoas, especialmente as mulheres. Indico muito!

“A ideia é que, quanto mais nos amamos, mais aceitamos nossas vulnerabilidades.”