Qual o medo que te motiva?

Estudos apontam que agimos motivados pelo medo ou pelo amor.

Super acredito nessa teoria e, apesar de procurar me mover pelo amor, sempre identifico medos como motivadores.

Apesar do que algumas pessoas pensam, o medo pode ser um sentimento muito valioso quando utilizado de forma positiva, ou seja, identificar sinais de alerta para melhor planejamento ou então como motivador.

No texto de hoje quero te convidar a refletir sobre quais medos têm sido motivadores das suas ações, bem como quais deles ainda não são, mas podem ser.

Costumo dizer aos meus clientes que todos nós temos um quartinho da bagunça interno, onde ficam guardados todos os sentimentos e pensamentos que não queremos mexer, limpar, organizar e até mesmo desapegar. Assim como os quartinhos de bagunça que temos em casa, esses quartinhos internos estão cheios de energia parada que precisam fluir e que influenciam diretamente nas nossas ações e resultados.

Claro que o objetivo aqui não é que você limpe todo o seu quartinho de bagunça interno de uma vez, até porque isso exige tempo, maturidade e, às vezes, ajuda profissional direcionada. O convite é para que você ilumine os medos que você provavelmente tem nesse quartinho e veja quais deles te motivam ou possam motivar a agir em direção aos seus sonhos.

Sabe aquela pessoa que trabalha além do seu próprio limite, às vezes? Ela provavelmente está agindo motivada pelo medo de perder seu emprego, por exemplo.

Quantas ações suas são motivadas pelos seus medos? 

Quantas ações são motivadas pelo amor?

Quais ações você tem procrastinado hoje que podem ser motivadas pelo medo do que possa acontecer se você não fizer?

Ser inteligente emocionalmente também significa saber sentir e usar cada sentimento a seu favor e todos (TODOS) os seus sentimentos devem ser utilizados de forma positiva.

Sentimentos são mensagens, aprenda a interpretá-las.

Vem comigo nessa?

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Troque o “tenho que” por “eu escolho/quero”

Quanto peso e responsabilidade carrega uma frase que começa com “eu tenho que”, não é mesmo?

Estudos demonstram que parte de nós, ao longo da vida, desenvolve certa resistência a obrigações, como se algo que poderia ou que já seria feito por você, perdesse todo prazer quando alguém te diz que tem que fazer.

Você é desse time? Eu sou!

Essa foi uma das características que eu descobri na minha jornada de autoconhecimento e, por tê-la trazido para a consciência, consigo lidar muito melhor com as coisas que as pessoas me pedem para fazer hoje em dia.

Que tal se nós tirássemos esse peso do ter que fazer? Afinal de contas “NÓS NÃO SOMOS OBRIGADAS A NADA”! rsrs

Tudo é uma questão de escolha e até mesmo quando dizemos que temos algo para fazer é porque escolhemos adicionar aquilo na nossa programação. Além de que tudo fica bem mais leve, também, quando nos conscientizamos dos motivos pelos quais fizemos essas escolhas.

E aqui você pode até lembrar daquele ditado popular que diz que nós não fazemos só o que queremos, mas eu te afirmo que aquelas coisas que você não escolhe ter que fazer são frutos de outra escolha que você fez na sua vida.

Baseada na neurociência e em como nós podemos controlar e trabalhar estrategicamente com a nossa mente, vou deixar algumas dicas de como falar a si mesma sobre algumas atividades que talvez não sejam tão prazerosas ou então que, unidas ao peso do “tem que”, tornam maçantes.

Ao invés de “Tenho que limpar a casa”, diga: “Eu escolho limpar a casa, pois assim tudo fica cheiroso, organizado e saudável para mim e para minha família.

Ao invés de “Tenho que ir trabalhar”, diga: “Eu escolho fazer esse trabalho, porque é através dele que eu ganho o dinheiro que me permite pagar as contas, estudar e proporciona momentos de lazer e diversão para mim e para minha família”.

Ao invés de “Tenho que estudar”, diga: “Eu escolho estudar para a minha prova, para que eu possa tirar uma nota satisfatória e estar ainda mais perto de me formar e conquistar uma carreira profissional de sucesso”.

Para quem já me acompanha e usa o Caderninho do Tem Quê, pode começar a chamá-lo de Caderninho das Escolhas, quem ainda não conhece essa ferramenta, volte alguns posts e aprenda algo que vai te ajudar a desfrutar melhor o seu tempo.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você não é?

Don Miguel Ruiz afirma, em seu livro As três Perguntas, que a maneira mais fácil de descobrir quem você é, é descobrindo quem você não é.

E essa pesquisa deve ser mais sincera e detalhada possível.

“Quem somos nós?”

Essa é uma pergunta banalizada, levando em conta que todos temos uma gama de informações prontas para essa resposta. Informações que não passam da superfície, que tem mais cara de roteiro feito para agradar público de todos os gostos.

Isso tem a ver com o mecanicismo da padronização que o inconsciente coletivo traz e com a nossa necessidade de aceitação social e sensação de pertencimento, mas isso é papo para outro dia.

Vamos focar em quem nós não somos, nas qualidades que nós não temos, nos defeitos que nós não temos, nas habilidades que nós não temos, nas fraquezas que nós não temos e por aí vai.

Sem julgamento, trabalhe apenas com fatos.

Se você não puder ser totalmente sincera consigo mesma, não poderá ser com mais ninguém. Acredite nisso!

Se tem dificuldade em falar disso, em identificar seus pontos de melhoria, provavelmente tem dificuldade em aceitar feedbacks e até críticas construtivas.

Dê a devida atenção a isso, pois é daí que vem as pistas para a nossa evolução.

Escolha um dia e um horário em que você possa se concentrar nessa expedição rumo a você mesma, pegue seu caderno de jornada e responda com muita sinceridade e detalhe:

QUEM EU NÃO SOU?

Leia com muito amor e aceitação o que escreveu e aproveite os insights. Numa próxima oportunidade falamos de quem somos.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Educação emocional – a nossa responsabilidade por um mundo melhor

A pandemia deixou claro que educação não é responsabilidade exclusiva do ambiente escolar.

Pudemos sentir na pele a dificuldade de ensinar, nos sensibilizar e valorizar ainda mais os profissionais que passam a maior parte do dia com filhos de lares e culturas diversas.

Eu, particularmente, achei essa parte uma ótima oportunidade de exercitar ou desenvolver a tão falada empatia.

Aplico treinamentos em ambientes escolares e sempre procuro despertar ou reascender nos professores a responsabilidade e privilégio de fazer parte diretamente da criação da nova sociedade.

Assim como eles, também somos responsáveis por esse novo mundo, afinal nossas crianças de hoje serão os adultos de amanhã.

A pergunta não deve ser mais aquela de que mundo você quer deixar para os seus filhos, mas sim: Que filhos você tem preparado para o mundo?

As duas últimas gerações não possuem preparo emocional suficiente para lidar com as necessidades desse novo momento. Claro, que passamos tempo desenvolvendo tantas outras competências consideradas mais importantes, mas inteligência emocional não foi uma delas.

Hoje, mais do que nunca é necessário o desenvolvimento da inteligência emocional. O despertar para a humanização, a nossa reintegração com a natureza e recursos ambientais e, a melhoria nas relações entre a sociedade nunca esteve tão em evidência.

Nós temos responsabilidade na geração dessa nova sociedade e o nosso papel quanto pais e cuidadores é ensinar, através do exemplo, nossos filhos a terem inteligência emocional e todas as habilidades que a compõe, não só para serem adultos bem-sucedidos em todas áreas, mas como adultos capazes de conduzir um novo modelo de sociedade.

Adultos melhores, criam crianças melhores.

Boa semana, responsabilidade, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Seja inteira!

Você não precisa ser completa. Se livre de uma vez por todas desse compromisso.

Um dos maiores causadores de stress, principalmente nas mamães, é a ideia que existe no subconsciente coletivo que devemos dar conta de tudo sempre.

Já reparou como o ser humano tem a natureza do descontentamento?

Estamos vivendo e até usufruindo do que um dia já foi um desejo, mas sempre buscando mais e ser mais. Claro que esse descontentamento, quando moderado, é essencial para que continuemos evoluindo, mas ele mal dosado traz sensação de impotência e improdutividade.

Penso que só damos conta de tudo, quando esse tudo foi planejado dentro das nossas possibilidades reais. Se de fato fizemos uma autoavaliação correta de nossas habilidades, tempo e necessidades e essas se alinharam perfeitamente.

E o que eu vejo são pessoas querendo fazer mais do que é possível, ser completas e muito raramente sendo inteiras. Entregando tudo o que tem para aquele momento e descobrindo o que ainda não tem para então aprender.

Tudo bem não saber tudo, não ser boa em tudo, se eu for inteira no que estou fazendo e sendo.

Ser inteira também exige autoconhecimento.

É preciso clareza para enxergar até onde podemos ir e o que precisamos para ir além.

Quero te deixar uma reflexão: Você está buscando ser completa ou entregando o melhor que você é hoje em tudo que faz?

Livre-se desse compromisso de ser completa e seja inteira em cada um dos papéis que você assume (mãe, esposa, amiga, filha, profissional).

Eu garanto muito mais êxito e leveza!

Boa semana, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.