Autoconhecimento: meu processo de coaching

Tenho a sorte de minha melhor amiga ser coaching e uma excelente profissional de desenvolvimento humano. Há anos venho acompanhando seu processo de transformação e imersão pelo autoconhecimento e ela me guia e me orienta durante o meu – profissionalmente e off work também.

Como a vida é uma grande troca, aprendemos muito juntas. Meu primeiro processo foi em 2015. Na época, minha vida pessoal ia bem, mas sentia um buraco imenso com relação à vida profissional. Me sentia perdida, sem saber que direção seguir.

Trabalhei fortemente essa questão profissional, mas o processo engloba sua vida como um todo, e todas as áreas inseridas nela, não apenas a profissional. O que foi ótimo para me aprofundar mais e me conhecer melhor. Fiz descobertas importantes e que ainda hoje ajudam a me nortear.

Foram dez encontros com longas e esclarecedoras conversas, além da aplicação de ferramentas específicas para ajudar a encontrar o caminho.

Cinco anos depois (curiosamente no mesmo mês em que fiz o processo pela primeira vez), me vi um pouco perdida novamente, com algumas dúvidas e um certo desânimo em com alguns aspectos da minha vida. Recorri à minha fiel escudeira, que agora, mais experiente e com a bagagem mais ampla me guiou novamente.

Trabalhamos ferramentas como linguagens de conexão, sentimentos e necessidades, road map entre outras, que me ajudaram a descobrir muita coisa nova sobre mim mesma. Um mergulho interno profundo e até uma espécie de balanço das mudanças nesses cinco anos. Pude ver que alguns valores e necessidades continuam os mesmos, enquanto outros se transformaram trazendo novos sonhos e necessidades.

A parte boa de trabalhar em um processo como esse com alguém tão próxima é que ela me conhece muito bem, mas apesar disso, não deixou esse conhecimento ao meu respeito e nossa relação de amizade interferir nas conversas e orientações.

Após ambos os processos saí mais leve, com muito mais respostas do que quando cheguei, aprendendo a me observar melhor, identificar, aceitar e acolher cada sentimento e emoção. Com novos passos a serem dados dali em diante. E o melhor: esse caminho foi traçado por mim. Esse é o encanto dos processos de autoconhecimento: o profissional te guia, mas só você é responsável pela sua própria vida.

Para quem tiver interesse em conhecer o trabalho da Flávia, ela tem uma página rica em conteúdos de autodesenvolvimento e liderança no Instagram @liderdesi.de. Por lá você pode entrar em contato para saber qual é o programa mais indicado para você. E aqui no blog tem uma área só com textos lindos dela sobre o tema sempre mais linkados ao universo materno. É só buscar por autoconhecimento no campo de busca.

Espero que tenham gostado de saber um pouco mais sobre a minha jornada e esse mergulho interno.

Minha jornada de autoconhecimento

Olhar para dentro de si não é fácil. Pode ser clichê o que vou falar, mas é como encarar um espelho com todas as suas sombras, os defeitos que você mais odeia e trazer à luz

A jornada pelo autoconhecimento não é fácil, mas é bonita e recompensadora.

É como pegar uma tela em branco e ir traçando novas cores e nuances. Algumas delas você talvez até já. tenha visto, mas vai vivendo tão no automático que não percebe.

Meu caminho

Não sei dizer exatamente quando começou, mas acredito que minha busca por me conhecer tenha se intensificado com a chegada da maternidade.

Durante o maternar é preciso revisitar nossa infância, criação e observar alguns comportamentos para entender como educar e saber que exemplos queremos deixar. Isso porque meu filho só tem 2 anos. Imagino que ainda tenha muito pela frente.

Certa vez ouvi uma frase que dizia que ter filhos é o maior exercício de autoconhecimento que existe. Ainda nem era mãe quando ouvi, mas nunca esqueci. E hoje concordo muito.

Os livros também são grandes companheiros. Sem perceber, fui emendando um livro no outro e todos se complementavam nos ensinamentos: atenção plena, ouvir o eu interior, intuição, cocriação, ser cuidadoso com as palavras que diz aos outros… Eu lia um, e o próximo reforçava esse, e assim foi.

Por fim, a busca por terapias de autoconhecimento são um presente que traz embrulhado tudo que estava escondido sob nossos mecanismos de defesa e esquecimento ou de fuga mesmo. Raízes que trazemos da nossa criação e carregamos como se fossem nossas. Aprendi que devo enxergar, honrar e aceitar, mas não levar comigo o que não me pertence. O passado foi imprescindível para me tornar o que sou hoje.

Passei pelo primeiro processo de coaching em 2015 e agora, recentemente, passei por outro. É incrível enxergar as mudanças, e a construção do meu eu em evolução. Muito do que sonhava lá, conquistei, algumas coisas desisti ou mudei a rota e outras novas foram surgindo. E tudo faz parte da caminhada e dos aprendizados.

Daqui a algum tempo, quando fizer de novo, tenho certeza que muita coisa vai ter mudado também. E assim é a vida.

Quis dividir um pouquinho dessa minha trajetória aqui porque é um assunto bastante abordado no blog, mas nunca havia falado sobre o que eu faço para me tornar uma pessoa melhor e me ajudar a conquistar meus objetivos. Acredito que todos deveriam ter a oportunidade de fazer.