Lições de yoga – para dentro e fora do tapete

Respire

A primeira coisa que você aprende praticando yoga é respirar. Respirar fundo e na hora certa inspirar, expirar. Traz calma e consciência corporal.

Equilíbrio

Algumas posturas exigem mais equilíbrio (assim como algumas situações na vida). Você se concentra, foca, às vezes dá aquela balançadinha, mas que não deixa cair.

Flexibilidade

Talvez você não seja a pessoa mais flexível, mas com treino, tempo e persistência, vai ganhando espaço e, a cada respiração, conquista um pouquinho mais de flexibilidade.

Paciência

Algumas posturas não vão ser feitas logo na primeira vez. É preciso ser paciente para repetir até aperfeiçoar e conseguir.

Confiar no processo

Para chegar a algumas posturas específicas, existe uma ordem que é como um preparo, um aquecimento que vai preparar o seu corpo para chegar no objetivo final. Não adianta pular etapas, você precisa passar por todo o processo até estar preparado para chegar a tal pose.

Viver o momento presente

Aterrar, meditar, concentrar. São atitudes para estar no aqui e agora. Yoga propõe isso a cada asana: viver o momento presente.

Minha jornada de autoconhecimento

Olhar para dentro de si não é fácil. Pode ser clichê o que vou falar, mas é como encarar um espelho com todas as suas sombras, os defeitos que você mais odeia e trazer à luz

A jornada pelo autoconhecimento não é fácil, mas é bonita e recompensadora.

É como pegar uma tela em branco e ir traçando novas cores e nuances. Algumas delas você talvez até já. tenha visto, mas vai vivendo tão no automático que não percebe.

Meu caminho

Não sei dizer exatamente quando começou, mas acredito que minha busca por me conhecer tenha se intensificado com a chegada da maternidade.

Durante o maternar é preciso revisitar nossa infância, criação e observar alguns comportamentos para entender como educar e saber que exemplos queremos deixar. Isso porque meu filho só tem 2 anos. Imagino que ainda tenha muito pela frente.

Certa vez ouvi uma frase que dizia que ter filhos é o maior exercício de autoconhecimento que existe. Ainda nem era mãe quando ouvi, mas nunca esqueci. E hoje concordo muito.

Os livros também são grandes companheiros. Sem perceber, fui emendando um livro no outro e todos se complementavam nos ensinamentos: atenção plena, ouvir o eu interior, intuição, cocriação, ser cuidadoso com as palavras que diz aos outros… Eu lia um, e o próximo reforçava esse, e assim foi.

Por fim, a busca por terapias de autoconhecimento são um presente que traz embrulhado tudo que estava escondido sob nossos mecanismos de defesa e esquecimento ou de fuga mesmo. Raízes que trazemos da nossa criação e carregamos como se fossem nossas. Aprendi que devo enxergar, honrar e aceitar, mas não levar comigo o que não me pertence. O passado foi imprescindível para me tornar o que sou hoje.

Passei pelo primeiro processo de coaching em 2015 e agora, recentemente, passei por outro. É incrível enxergar as mudanças, e a construção do meu eu em evolução. Muito do que sonhava lá, conquistei, algumas coisas desisti ou mudei a rota e outras novas foram surgindo. E tudo faz parte da caminhada e dos aprendizados.

Daqui a algum tempo, quando fizer de novo, tenho certeza que muita coisa vai ter mudado também. E assim é a vida.

Quis dividir um pouquinho dessa minha trajetória aqui porque é um assunto bastante abordado no blog, mas nunca havia falado sobre o que eu faço para me tornar uma pessoa melhor e me ajudar a conquistar meus objetivos. Acredito que todos deveriam ter a oportunidade de fazer.

Autoconhecimento salva

E não só aqueles que têm depressão, ansiedade, burnout ou qualquer outra doença emocional atestada.

O autoconhecimento salva:

Quem quer se relacionar melhor com as pessoas;

Quem quer ser autoconfiante;

Quem quer se descobrir profissionalmente;

Quem quer fazer escolhas mais assertivas;

Quem quer ganhar dinheiro;

Quem quer guardar dinheiro; 

Quem quer emagrecer; 

Quem quer gerir melhor o seu tempo;

Quem quer criar melhor os filhos;

Quem quer iniciar um projeto empacado;

Quem quer ser um melhor profissional;

Quem quer gerenciar melhor as emoções e os impulsos…

Essas e outras pessoas podem ser salvas pelo autoconhecimento, uma vez que não existe mudança sem ponto de partida e o ponto de partida da sua vida é você.

Você descobrir quem você é, como você está para então planejar o caminho que te leva aonde você quer chegar.

Se não estiver aberto para buscar ajuda profissional para desenvolver o autoconhecimento, a descoberta de si mesmo, leia livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal, assista vídeos sobre o tema, mas faça.

Gosto de dizer que adquirir autoconhecimento é como comprar uma caixa de ferramentas da vida, quanto mais você aprende sobre a caixa, melhor usa as ferramentas.

A caixa você já tem, mas será que conhece bem e sabe usar todas as ferramentas que tem dentro dela?

Descubra-se (salve-se)!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quando a palavra te custa a felicidade

Já se viu apegada em alguma opinião que tem te custado a sua felicidade, pelo fato de achar que opiniões são intransponíveis?

É muito comum a crença de que mudar de opinião é sinônimo de fraqueza ou dualidade.

Já pude ouvir frases como: “quem muda de opinião, não tem opinião”.

Para quem está trilhando a Jornada do Autoconhecimento isso é reconhecido como crença limitante, já que dependendo do momento em que você está vivendo e fase de evolução que está experimentando, é super normal que perceba que algumas opiniões não fazem mais sentido e nem são coerentes com a sua realidade atual e com a pessoa que é ou está se tornando.

Outra coisa bem comum é descobrir que muitas opiniões que carregamos são baseadas em experiências de terceiros. Isso mesmo, acreditamos em muitas coisas porque alguém nos disse que é e nem sequer experimentamos ou questionamos.

O texto de hoje te entrega a liberdade de mudar de opinião, principalmente quando ela estiver te custando a felicidade.

Pare de se cobrar ou de fazer coisas, só porque um dia você disse que tinha que ser assim ou, porque acha que as pessoas esperam que você faça, quando quem você é hoje já não vê mais sentido em ser assim.

Faça diferente e pronto.

Manifeste diferente e pronto.

A primeira coerência que te leva a ser feliz é de fazer aquilo que te faz bem, que está alinhado com os seus valores, que te orgulha.

Não tenha medo de mudar, não se preocupe com a reação das outras pessoas. Quando a mudança é para o bem, não tem como dar errado.

Se as pessoas são capazes de se acostumar com o que é ruim, imagina com o que é bom?

Se livre do peso de ser quem um dia você disse que era, porque você vai mudar muito ainda e crescer. É para isso que estamos aqui, para evoluir.

Exercício de hoje: mude uma opinião que não está fazendo o menor sentido com quem você quer ser.

Boa liberdade!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Aprenda a honrar sua história

Recentemente ouvi sobre como precisamos criar histórias sobre nós mesmos. Refleti sobre essa fala e, de fato, percebi que isso é uma verdade para mim.

Na jornada do autoconhecimento somos lembrados, constantemente, de acessar e honrar nossas experiências passadas, nossos ancestrais, tudo aquilo que nos trouxe até aqui.

Honrar não se confunde com carregar e nem repetir padrões, mas sim de acolher e amar tudo o que já fomos um dia.

E qual a melhor maneira de fazer isso e alinhar todas essas nossas fases, se não contanto uma boa história sobre nós?

Penso que todos nós daríamos um ótimo livro, afinal de contas quem não teve um drama, uma história bem triste para contar? Ou então um dia bem engraçado, cheio de bons momentos para narrar? Um amor que se foi, um bom amigo que fez, uma arte que aprontou?

É preciso que aceitemos que todas as situações da nossa vida, boas e ruins, são responsáveis pelo que somos agora, unidas a fatores natos de personalidade, dons e, para quem acredita, signo, posição planetária no dia do nascimento e propósito de vida.

Quem já acompanha meus conteúdos, conhece a escrita terapêutica. É uma ferramenta leve e muito eficiente para o desenvolvimento pessoal e gerenciamento das emoções.

Vou deixar como exercício uma escrita terapêutica sobre a sua história. Separe um caderno ou algumas folhas para contar um pouco de você para a pessoa mais importante da sua vida, você mesma!

Não se cobre em lembrar desde os primeiros anos de vida, comece de onde sentir vontade. Se não quiser narrar por fases, narre por histórias específicas. O objetivo aqui é que você acesse suas memórias e honre cada uma delas, reconheça como elas te fizeram crescer e te marcaram, de forma positiva ou negativa, não importa.

Lembre-se que todos nós podemos escrever comédia e drama, baseados em nossa própria vida. A maneira como você escolhe enxergar e contar é que faz a diferença.

Faça quantas vezes quiser esse exercício, quanto mais em contato com a sua história, maior será a sua consciência em relação as suas fortalezas, pontos de melhoria, aprendizados e fatos que se repetem, por falta deles.

Saiba que eu honro e admiro a sua história.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.