Autoconhecimento salva

E não só aqueles que têm depressão, ansiedade, burnout ou qualquer outra doença emocional atestada.

O autoconhecimento salva:

Quem quer se relacionar melhor com as pessoas;

Quem quer ser autoconfiante;

Quem quer se descobrir profissionalmente;

Quem quer fazer escolhas mais assertivas;

Quem quer ganhar dinheiro;

Quem quer guardar dinheiro; 

Quem quer emagrecer; 

Quem quer gerir melhor o seu tempo;

Quem quer criar melhor os filhos;

Quem quer iniciar um projeto empacado;

Quem quer ser um melhor profissional;

Quem quer gerenciar melhor as emoções e os impulsos…

Essas e outras pessoas podem ser salvas pelo autoconhecimento, uma vez que não existe mudança sem ponto de partida e o ponto de partida da sua vida é você.

Você descobrir quem você é, como você está para então planejar o caminho que te leva aonde você quer chegar.

Se não estiver aberto para buscar ajuda profissional para desenvolver o autoconhecimento, a descoberta de si mesmo, leia livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal, assista vídeos sobre o tema, mas faça.

Gosto de dizer que adquirir autoconhecimento é como comprar uma caixa de ferramentas da vida, quanto mais você aprende sobre a caixa, melhor usa as ferramentas.

A caixa você já tem, mas será que conhece bem e sabe usar todas as ferramentas que tem dentro dela?

Descubra-se (salve-se)!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quando a palavra te custa a felicidade

Já se viu apegada em alguma opinião que tem te custado a sua felicidade, pelo fato de achar que opiniões são intransponíveis?

É muito comum a crença de que mudar de opinião é sinônimo de fraqueza ou dualidade.

Já pude ouvir frases como: “quem muda de opinião, não tem opinião”.

Para quem está trilhando a Jornada do Autoconhecimento isso é reconhecido como crença limitante, já que dependendo do momento em que você está vivendo e fase de evolução que está experimentando, é super normal que perceba que algumas opiniões não fazem mais sentido e nem são coerentes com a sua realidade atual e com a pessoa que é ou está se tornando.

Outra coisa bem comum é descobrir que muitas opiniões que carregamos são baseadas em experiências de terceiros. Isso mesmo, acreditamos em muitas coisas porque alguém nos disse que é e nem sequer experimentamos ou questionamos.

O texto de hoje te entrega a liberdade de mudar de opinião, principalmente quando ela estiver te custando a felicidade.

Pare de se cobrar ou de fazer coisas, só porque um dia você disse que tinha que ser assim ou, porque acha que as pessoas esperam que você faça, quando quem você é hoje já não vê mais sentido em ser assim.

Faça diferente e pronto.

Manifeste diferente e pronto.

A primeira coerência que te leva a ser feliz é de fazer aquilo que te faz bem, que está alinhado com os seus valores, que te orgulha.

Não tenha medo de mudar, não se preocupe com a reação das outras pessoas. Quando a mudança é para o bem, não tem como dar errado.

Se as pessoas são capazes de se acostumar com o que é ruim, imagina com o que é bom?

Se livre do peso de ser quem um dia você disse que era, porque você vai mudar muito ainda e crescer. É para isso que estamos aqui, para evoluir.

Exercício de hoje: mude uma opinião que não está fazendo o menor sentido com quem você quer ser.

Boa liberdade!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Aprenda a honrar sua história

Recentemente ouvi sobre como precisamos criar histórias sobre nós mesmos. Refleti sobre essa fala e, de fato, percebi que isso é uma verdade para mim.

Na jornada do autoconhecimento somos lembrados, constantemente, de acessar e honrar nossas experiências passadas, nossos ancestrais, tudo aquilo que nos trouxe até aqui.

Honrar não se confunde com carregar e nem repetir padrões, mas sim de acolher e amar tudo o que já fomos um dia.

E qual a melhor maneira de fazer isso e alinhar todas essas nossas fases, se não contanto uma boa história sobre nós?

Penso que todos nós daríamos um ótimo livro, afinal de contas quem não teve um drama, uma história bem triste para contar? Ou então um dia bem engraçado, cheio de bons momentos para narrar? Um amor que se foi, um bom amigo que fez, uma arte que aprontou?

É preciso que aceitemos que todas as situações da nossa vida, boas e ruins, são responsáveis pelo que somos agora, unidas a fatores natos de personalidade, dons e, para quem acredita, signo, posição planetária no dia do nascimento e propósito de vida.

Quem já acompanha meus conteúdos, conhece a escrita terapêutica. É uma ferramenta leve e muito eficiente para o desenvolvimento pessoal e gerenciamento das emoções.

Vou deixar como exercício uma escrita terapêutica sobre a sua história. Separe um caderno ou algumas folhas para contar um pouco de você para a pessoa mais importante da sua vida, você mesma!

Não se cobre em lembrar desde os primeiros anos de vida, comece de onde sentir vontade. Se não quiser narrar por fases, narre por histórias específicas. O objetivo aqui é que você acesse suas memórias e honre cada uma delas, reconheça como elas te fizeram crescer e te marcaram, de forma positiva ou negativa, não importa.

Lembre-se que todos nós podemos escrever comédia e drama, baseados em nossa própria vida. A maneira como você escolhe enxergar e contar é que faz a diferença.

Faça quantas vezes quiser esse exercício, quanto mais em contato com a sua história, maior será a sua consciência em relação as suas fortalezas, pontos de melhoria, aprendizados e fatos que se repetem, por falta deles.

Saiba que eu honro e admiro a sua história.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O melhor professor de criatividade que você pode ter é seu filho

É comprovado que uma das principais competências do futuro é a criatividade. Já existem profissionais aplicando cursos para que os adultos se redescubram criativos.

Muito maluco isso, já que precisamos da criatividade desde sempre e, principalmente quando adultos, para enfrentar as adversidades.

Meu mestre em criatividade, Murilo Gun, diz que a criatividade é a arte de resolver problemas. Concordo, já que a neurociência explica que somos nós quem os cria.

Peraí! Você está dizendo que eu inventei esse problema que estou enfrentando hoje?

Inventou não, mas classificou no seu sistema mental como um problema, ou seja, você enxergou ele como problema.

Normalmente chamamos de problema as situações em que não temos capacidade e conhecimento imediato para lidar.

Perceba como o conceito de problema é simples.

Daí surge a necessidade de sermos criativos e buscar dentro do nosso repertório de conhecimento, experiências e até meio social possibilidade de resolver.

Outra ferramenta muito eficiente para que a sua criatividade seja ativada é observar e aprender com os pequenos em casa. A criança é expert em criatividade, passe um tempo dedicada a observar uma criança brincando e perceba o poder de criação e visualização que ela tem.

Como ela faz de um tapete uma piscina, um armário uma cabana, como seus bonecos podem voar. E, perceba também, como eles buscam dentro do seu mini repertório formas de solucionar seus problemas.

Inspire-se nas crianças, aprenda com elas a arte de combinar informações e criar algo totalmente novo. Esse é o verdadeiro conceito de inovação.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

A relação entre autoconhecimento e criação de filhos

O autoconhecimento tem sido um tema frequente na vida já há algum tempo. E, dia desses, parei para pensar e pude notar que se intensificou ainda mais depois do nascimento do Otto.

Eu sou aquela pessoa das teorias e dos livros. Gosto de me pautar em quem entende mais do que eu para tomar minhas decisões e poder medir o que funciona pra mim e o que não.

Depois que Otto nasceu eu tinha a preocupação de cuidar dele da melhor maneira e entender como funciona o universo dos bebês. Mas além disso, passei a ter uma preocupação de como cuidar de mim para poder ser uma boa mãe e cuidar bem dele.

E é aí que entra o autoconhecimento. Sabe aquela frase “para ver a mudança no mundo, seja você a mudança primeiro”? Ela se aplica perfeitamente para os filhos também. A gente precisa estar bem e refletir isso para poder cuidar bem.

A mudança vem de dentro pra fora. Reflete nas nossas atitudes e, consequentemente, no comportamento e atitude dos nossos filhos. E é incrível ver essa magia acontecendo. Estou só no início dessa caminhada, tenho muito a aprender ainda, mas já colho frutos.

Não sou perfeita, cometo falhas. Me sinto mal quando isso acontece. Mas consigo enxergar a situação sob outro ângulo e saber onde errei para poder melhorar depois. Isso é autoconhecimento também.

Apesar de muitas pessoas torcerem o nariz para esse assunto, ele é fundamental para todas as áreas da vida: no trabalho, nas relações interpessoais, na construção da sua marca pessoal – todos nós temos uma- e, claro, na criação dos filhos. Quanto antes as pessoas se derem conta disso, melhor será para elas e para o mundo. Quem também está nessa jornada?