Dica de série: Trump, um sonho americano

Recentemente assisti a esse documentário sobre a vida de Donald Trump, presidente americano, após ouvir uma recomendação e ficar curiosa sobre a história. Não quero e nem tenho embasamento para falar sobre política, mas o que me chamou atenção aqui foi a história de vida dele.

O documentário disponível na Netflix é dividido em quatro capítulos de mais ou menos uma hora cada. Ele mostra como Trump, filho de um empreiteiro que fez a vida construindo prédios populares em Nova York trilhou seu caminho e chegou à presidência da economia mais importante do mundo.

Desde jovem ele se interessou pelos negócios do pai e seguiu o mesmo caminho, mas sempre buscando superar as conquistas do pai. Tudo dele é superlativo: o maior hotel, o maior edifício, o maior cassino, enfim.

Se mostrou obstinado desde cedo, sempre acreditando nas próprias ideias por mais malucas que elas parecessem. Teve alguns tropeços financeiros no meio do caminho. Flertou com a presidência outras três vezes antes de se candidatar de fato. E chegou a afirmar: “Só vou me candidatar quando eu tiver certeza que vou vencer”.

É polêmico na mesma proporção em que gosta de estar em evidência: se casou três vezes com festas cheias de ostentação, clichês e uma dose de cafonice. A primeira separação foi um escândalo de traição que repercutiu fortemente nos jornais de todo o país.

Gosto de assistir/ler biografias e saber um pouco mais da história de figuras assim. Não sabia quase nada da vida do Trump. E independentemente de ser favorável a ele ou não, é preciso reconhecer o autocontrole e a capacidade de projetar um sonho e conseguir alcançá-lo. Obstinação, fé (e não falo em religião, mas sim de acreditar que é possível, que se pode chegar lá, e de fato chegar) e um planejamento minucioso de cada passo.

E como ninguém é unanimidade, há depoimentos de antigos funcionários, amigos e pessoas próximas. E as opiniões são variadas: uns gostam, outros não. Como em tudo na vida.

O documentário vem à tona bem no momento em que ele deu início à corrida presidencial para tentar sua reeleição. Vamos ver o que esse capítulo da história mundial nos reserva.

Você escuta seu filho com atenção?

Puxando o gancho da coluna da @liderdesi.de dessa semana (se você ainda não, corre lá pra conferir; você pode ler aqui) e de algumas leituras que tenho feito, fiquei pensando nisso.

Quantas vezes estamos de corpo presente com nossos filhos, mas com a cabeça longe, olhando o celular, pensando no trabalho, nas tarefas de casa por fazer ou em qualquer outro assunto que não seja… os filhos.

Para manter a conexão com as crianças (já falei sobre isso aqui e aqui) e estar emocionalmente presente, é preciso estar ali de fato. Olhar nos olhos, prestar atenção, escutar atentamente. Esses pequenos momentos que podem parecer sem importância, fazem muita diferença na formação dos nossos filhos. E a lembrança de pais emocionalmente ausentes pode marcar de maneira irreparável a vida adulta.

As crianças, assim como os adultos, gostam de sentir ouvidas e amadas. Por isso, faço esse convite a você hoje: olhe nos olhos do seu filho e escute com atenção o que ele tem a dizer. Todos vão sair ganhando.

Vamos refletir juntos e trocar ideias. Deixe aqui seu comentário!

Seja inteira!

Você não precisa ser completa. Se livre de uma vez por todas desse compromisso.

Um dos maiores causadores de stress, principalmente nas mamães, é a ideia que existe no subconsciente coletivo que devemos dar conta de tudo sempre.

Já reparou como o ser humano tem a natureza do descontentamento?

Estamos vivendo e até usufruindo do que um dia já foi um desejo, mas sempre buscando mais e ser mais. Claro que esse descontentamento, quando moderado, é essencial para que continuemos evoluindo, mas ele mal dosado traz sensação de impotência e improdutividade.

Penso que só damos conta de tudo, quando esse tudo foi planejado dentro das nossas possibilidades reais. Se de fato fizemos uma autoavaliação correta de nossas habilidades, tempo e necessidades e essas se alinharam perfeitamente.

E o que eu vejo são pessoas querendo fazer mais do que é possível, ser completas e muito raramente sendo inteiras. Entregando tudo o que tem para aquele momento e descobrindo o que ainda não tem para então aprender.

Tudo bem não saber tudo, não ser boa em tudo, se eu for inteira no que estou fazendo e sendo.

Ser inteira também exige autoconhecimento.

É preciso clareza para enxergar até onde podemos ir e o que precisamos para ir além.

Quero te deixar uma reflexão: Você está buscando ser completa ou entregando o melhor que você é hoje em tudo que faz?

Livre-se desse compromisso de ser completa e seja inteira em cada um dos papéis que você assume (mãe, esposa, amiga, filha, profissional).

Eu garanto muito mais êxito e leveza!

Boa semana, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Moda: muscle tee como usar

Mesmo que você não seja tão ligada em moda, certamente já deve ter visto esse modelo de t-shirt. Essa tendência veio com tudo em 2020 e promete ficar por um bom tempo ainda.

A muscle tee (camiseta que mostra os músculos) veio do universo fitness, daqueles modelos masculinos que os homens usam dobrando nos ombros para mostrar – os músculos!

Agora ela vem com ombros estruturados bem marcados (outra tendência forte), algumas com uma cava mais profunda, nos permitindo abusar dos truques de styling com um top de renda por baixo para arrematar o look.

As cores são variadas e tem também estampada e em animal print. Use com jeans, calça alfaiataria e saia. Sempre por dentro com peça de baixo mais sequinha, já que ela é um pouco solta e volumosa em cima por conta dos ombros. Vale também dar um nózinho!

Dá uma olhada nessas inspirações:

E então, o que achou? Eu adoro. Acho básica e com informação de moda ao mesmo tempo.

Deixe seu comentário me dizendo se gostou!

A relação entre autoconhecimento e criação de filhos

O autoconhecimento tem sido um tema frequente na vida já há algum tempo. E, dia desses, parei para pensar e pude notar que se intensificou ainda mais depois do nascimento do Otto.

Eu sou aquela pessoa das teorias e dos livros. Gosto de me pautar em quem entende mais do que eu para tomar minhas decisões e poder medir o que funciona pra mim e o que não.

Depois que Otto nasceu eu tinha a preocupação de cuidar dele da melhor maneira e entender como funciona o universo dos bebês. Mas além disso, passei a ter uma preocupação de como cuidar de mim para poder ser uma boa mãe e cuidar bem dele.

E é aí que entra o autoconhecimento. Sabe aquela frase “para ver a mudança no mundo, seja você a mudança primeiro”? Ela se aplica perfeitamente para os filhos também. A gente precisa estar bem e refletir isso para poder cuidar bem.

A mudança vem de dentro pra fora. Reflete nas nossas atitudes e, consequentemente, no comportamento e atitude dos nossos filhos. E é incrível ver essa magia acontecendo. Estou só no início dessa caminhada, tenho muito a aprender ainda, mas já colho frutos.

Não sou perfeita, cometo falhas. Me sinto mal quando isso acontece. Mas consigo enxergar a situação sob outro ângulo e saber onde errei para poder melhorar depois. Isso é autoconhecimento também.

Apesar de muitas pessoas torcerem o nariz para esse assunto, ele é fundamental para todas as áreas da vida: no trabalho, nas relações interpessoais, na construção da sua marca pessoal – todos nós temos uma- e, claro, na criação dos filhos. Quanto antes as pessoas se derem conta disso, melhor será para elas e para o mundo. Quem também está nessa jornada?