Looks de quarentena

Não é porque estamos em casa que vamos ficar desleixadas, né? Falei isso no começo da pandemia. Acho importante mantermos a autoestima elevada, especialmente neste período. Adoro me arrumar e sinto que levanta o meu astral!

Apesar de estar em casa, não fico de pijama o tempo todo porque, pra mim, pijama está associado a dormir e a fazer nada rs, então sempre coloco um lookinho rs. Tenho usado looks simples e confortáveis, mas não menos estilosos.

Amo calça estilo jogger e conjuntinhos de moletom macios, além das leggings velhas de guerra. São ótimos para passar o dia, cumprir as tarefas diárias, mas sem perder o conforto.

E quem diria que um dia falaríamos de moda para ficar em casa, hein? Muita coisa mudou nos últimos três meses e a maneira de pensar e consumir moda também.

Separei algumas opções para vocês darem uma olhada e se inspirarem.

 

Imagens: Instagram

O que acharam? Como tem sido seus looks para ficar em casa? Conta aqui nos comentários!

Tenha um caderninho do “tem que”

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Uma das maiores queixas que recebo dos meus clientes que têm filhos é a falta de tempo de qualidade com eles. O famoso “nunca tenho tempo” ou “quando estou com eles estou dividida entre brincar e fazer as outras coisas”.

A primeira coisa que você precisa saber é que não está fazendo nem uma coisa e nem outra de maneira integral e verdadeiramente entregue. Trabalhar pensando que devia dar mais atenção aos filhos ou estar com os filhos pensando no que tem para entregar no dia seguinte, ambos têm peso negativo igual.

A Programação Neurolinguística nos ensina a arte de tirar da cabeça e colocar no papel. Então, pensando nessa teoria, quero te ensinar o famoso e funcional CADERNINHO DO TEM QUE.

É um exercício que vai te ajudar a aproveitar de maneira genuína os seus momentos. Como qualquer outro hábito ou mudança de comportamento, serão necessárias a prática e repetição.

Separe um caderninho de papel ou então faça no seu bloco de notas do celular, o importante é que você registre imediatamente a tarefa secundária que te atrapalha a cumprir a primária. Toda vez que estiver fazendo algo e vier aquele pensamento de que deveria estar fazendo outra coisa, anote no caderninho. Anote como se transferisse aquele pensamento para o caderno em forma de tarefa futura, algo que você vai fazer em outro momento ou se programar para fazer. Volte e se entregue naquilo que estava fazendo.

Perceba que a maior parte das coisas que você pensa que deveria fazer não poderiam ser feitas naquele momento ou então, existem fatores ainda não identificados que te impossibilitam de fazer.

Faça o teste do Caderninho do Tem Que e ensine para as pessoas que vivem mais preocupadas com o que deveriam fazer do que com as coisas que estão fazendo.

Viva sempre no momento presente e aproveite todas as possibilidades.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeura, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada. 

Facilitando a limpeza do dia a dia em casa

Comecei lá no insta (se ainda não me segue, vai lá @amaeprematura) uma conversa sobre como facilitar nosso dia a dia em casa com limpeza prática e rápida, sem tumulto e sem tomar muito do nosso tempo.

Hoje existem muitas ferramentas para nos ajudar com isso, além de produtos cada vez mais eficientes. Eu usei três dessas ferramentas para fazer um comparativo e vim aqui dividir com vocês o que achei de cada uma delas.

Rodo mágico

Esse rodinho já é meu velho conhecido. Como funciona: ele tem uma esponja na base e é preciso molhar, mergulhar em um balde com água e os produtos que você usa normalmente para limpar o chão. A vantagem é que você não precisa colocar a mão na esponja suja; para torcer, basta puxar a alavanca. A desvantagem é a seguinte: se você limpar o chão e mergulhar o rodo novamente no mesmo balde, vai começar a passar o rodo sujo e não vai rolar. O ideal é usar dois baldes: um com a água limpa dos produtos e outro para descartar a água que sai suja. Mas gosto dele apesar disso, acho que limpa super bem.

Aqui tem o link dele, caso você se intresse: https://amzn.to/2L8e1cO

Mop com balde

Esse é sucesso. Já vem o esfregão, o balde e dentro dele tem uma centrífuga para secar o esfregão. Acho ele bom para uma limpeza mais pesada, mas sugiro passar duas vezes para garantir uma boa limpeza, senão acontece como no caso do rodo, você usa a água suja de novo para passar no chão.

Link aqui: https://amzn.to/3fowUX7

Mop com spray

Esse é o que conheci mais recentemente. É tipo um rodo, só que na ponta você fixa o “pano” com um velcro que pode ser retirado após a limpeza e lavado normalmente na máquina, sem precisar ficar torcendo ou colocando a mão. Tem um recipiente acoplado onde você coloca água e os produtos de limpeza, na hora de usar, basta apertar o botão do cabo que o spray despeja a mistura. Achei muito eficiente para uma limpeza diária mais leve, o famoso “tapinha” que a gente dá quando não quer fazer uma limpeza mais pesada, sabe?

Obs.: na foto o mop está sem o pano embaixo porque eu tinha tirado para lavar! 🤦🏼‍♀️😂

Link do mop: https://amzn.to/2yBVnHN

Essas são minhas impressões pelo que pude observar em casa, lembrando que tenho cachorro, que entra com a pata suja em casa, então acaba exigindo uma limpeza mais profunda. Mas todos os mop’s são eficientes. Coloquei os links de cada um deles acima, caso queiram comprar.

Me contem aqui nos comentários o que acharam do post!

Como escolher a escola do bebê – a nossa experiência

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O primeiro ano é tão intenso, tudo novo, muitas descobertas, adaptação a uma nova vida com o bebê, que acaba passando muito rápido. Quando você percebe, seu bebê já é uma criancinha grande que corre e já arranha umas palavrinhas. Então é hora de ir para a escola. Começar uma nova fase, com novas descobertas e agora uma nova vida com rotina diferente para toda a família.

No nosso caso foi assim, mas sei que muitas famílias precisam colocar o bebê no berçário aos seis meses (ou antes) para que a mãe volte a trabalhar. A minha ideia era que o Otto fosse com 1 ano e 6 meses. Mas em algumas leituras, especialistas dizem que não há necessidade de a criança frequentar a escola antes dos 3 anos (o que na minha opinião já é um pouco tardio). Conversei com a pediatra e ela disse aos 2 anos é uma ótima época, e que, de 1 ano e meio a 2 anos, eles dão um salto de desenvolvimento muito grande. Entrar na escola nesse período só ajuda ainda mais. E assim batemos o martelo em 2 anos, que ele completa em março do ano que vem.

Depois vem a escolha. Achei que seria mais fácil. Mas são muitas dúvidas, as opções também são muitas em uma cidade como São Paulo, o que só dificultou um pouco rs. Com calma deu certo e acho que optamos pela melhor opção para nossa família.

São muitos pontos a serem considerados: localização, metodologia, preço, visão e valores, se tem programa bilíngue ou não…. Enfim.

Um dos primeiros pontos importantes para nós era a localização. Não faria sentido se fosse muito longe, o tempo de deslocamento acaba sendo longo, somado ao trânsito de SP só iria tumultuar a rotina.

Metodologia

Metodologia é o método de ensino adotado pela escola. Hoje em dia as salas de aula de algumas escolas estão diferentes do que estávamos acostumados “no meu tempo” (como estou velha kkk). Os professores não são mais os protagonistas da sala, concentrando neles todo o conhecimento. Agora, tudo é feito através de vivências e as crianças aprendem cada uma à sua maneira e no seu tempo. O método construtivista, que é o adotado pela escola que escolhemos, funciona dessa forma.

Preço

Preço é algo muito particular de cada família. As escolas em São Paulo têm preços bem altos de maneira geral. Escolher a escola dos sonhos acaba sendo meio inviável. Nós procuramos reunir as características que eram prioridades pra gente com o preço que se encaixasse no nosso orçamento. Não pensando apenas no preço como fator decisivo.

Valores

Missão, visão e valores. É importante que a família esteja alinhada com os valores da escola. Afinal, ela vai começar a formar seu filho como indivíduo. Se isso não se encaixar, não vai funcionar.

Programa bilíngue

Apesar de o inglês ser um dos pontos importantes na escola para nossa escolha, achei que o ensino bilíngue neste momento não seria uma prioridade (até porque é o dobro do preço). A escola do Otto oferece aulas de inglês duas vezes por semana e acho que isso vai ser suficiente nessa primeira fase. Vamos analisar a necessidade do bilíngue quando ele for para o ensino fundamental.

Outros pontos que contaram pra gente: aula de sustentabilidade. Eles têm atividades relacionadas ao tema, criam projetos e tem uma horta onde eles têm contato com a natureza.

O relacionamento da escola com os pais. Para mim, o importante nessa primeira escola não era que fosse grande e renomada, mas que fosse acolhedora e olhasse para cada criança individualmente. E nós sentimos isso na escola do Otto. A diretora foi muito atenciosa e ela, além da equipe de professoras e auxiliares, conhecem cada criança, sua família e suas particularidades. Isso era muito importante pra gente e foi um dos pontos que mais pesou.

A estrutura da escola como um todo e a questão da segurança. Importante observar se o prédio está em boas condições, se os funcionários sabem como agir em caso de emergência, se há seguranças na porta, enfim.

E um ponto que não deve ser esquecido: criança precisa brincar! Nesse momento, é claro que eles aprendem muito e vão adquirindo conhecimento, mas “fazer currículo” para seu filho agora não é importante. Ou seja, encher a criança de atividades, querer que a escola tenha apostilas e etc. O que ela precisa agora é brincar!

Acho que consegui reunir aqui pontos que são importantes serem considerados na escolha da escola do bebê. Lembrando que essa é a nossa experiência. Cada família pensa diferente e tem prioridades diferentes.

Agora estamos na expectativa pelo ano que vai começar com uma nova fase na vida do Otto e na nossa também, afinal tudo vai mudar na nossa rotina. Eu, que estou há quase 2 anos de dedicação integral e exclusiva para o Otto, também vou sentir bastante essa mudança e esse é um assunto para outro post.

Por enquanto digam se gostaram do conteúdo aqui nos comentários!

A síndrome de Mulher-Maravilha – e o que ela pode causar

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Vivemos num tempo em que a mulher pode tudo. Ela pode ser quem ela quiser. Ela pode fazer o que bem entender da própria vida. E num momento em que feminismo x machismo vem sendo cada vez mais debatido, surge certa ansiedade da nossa parte de ter que dar conta de tudo.

Afinal, você pode ser o que quiser. E pode mesmo, mas será que para isso precisamos abraçar o mundo? Não vou mentir, me sinto o máximo quando consigo dar conta de tudo o que me proponho a fazer: trabalhar, cuidar do filho, da casa, do marido, fazer mercado, carregar 50 sacolas, mochila e carrinho de bebê. Mas também me sinto péssima quando tudo não sai como esperado.

O que é absolutamente normal: não sair como esperado. A vida é feita de altos e baixos, dias bons e dias ruins. E essa é a graça da coisa. Mas quando a gente passa a se punir porque não deu certo, deixa de ser saudável.

Deve haver um equilíbrio aí. Como em tudo na vida. Seja foda sim, faça tudo sim, o que quiser e da maneira que achar melhor. Mas se permita parar, desacelerar, pedir ajuda. A rede de apoio é essencial aqui. Marido, mãe, sogra, funcionária ou com quem quer que você possa contar.

Permita ter uns momentos só para você: dez, quinze minutinhos por dia, uma vez na semana, sempre que der. Se presenteie com momentos só seus, para fazer o que você gosta e te dê prazer. Pode ser fazer as unhas, ler um livro, parar um minutinho pra tomar um chá em silêncio… Isso é muito importante para você – e para sua família também. E assim você vai se tornando uma pessoa melhor, mais leve, criando a SUA própria versão da Mulher-Maravilha.