Conheça e pratique a escrita terapêutica

A escrita é uma das ferramentas mais fáceis e rápidas para quem se preocupa com a sua saúde mental e emocional.

Não tem segredo, você precisa de alguns minutos sem interrupções, papel, caneta e vontade de organizar todas as inúmeras ideias que sua mente carrega. Você não precisa ser escritor e nem ter talento especifico para a escrita, afinal de contas é para analise sua.

Separe 5 minutos dos seu dia e escreva tudo o que vier, sem julgamentos, não precisa fazer sentido. Vá tirando da sua mente todas as ideias que se misturam, como se estivesse esvaziando. Fazendo isso por 10 dias consecutivos, já será possível notar o quanto se sentirá mais calma, menos ansiosa e estressada.

Existem muitos benefícios nessa técnica, como por exemplo, o autoconhecimento. Já que é possível saber mais sobre você pelas coisas que você escreve, avaliando as ideias, sonhos, vontades, sentimentos. Se no momento da escrita você estiver triste e vier a escrever sobre isso, verá que muitas coisas novas poderão ser encontradas por trás da situação que lhe gerou a sensação de tristeza.

Também ajuda a encontrar soluções para problemas, a princípio irresolúveis, ao escrever sobre o problema você se coloca como expectador e então é capaz de enxergar pontos que talvez não tivesse visto, quando estava totalmente envolvida emocionalmente.

Ajuda ainda a organizar os pensamentos. Nas primeiras vezes que praticar poderá perceber que muda de assunto com rapidez, isso é porque existem ideias variadas sendo processadas ao mesmo tempo. Essa ferramenta te ajuda a colocar tudo no lugar e você sentirá tranquilidade tanto para decidir como para se comunicar em relação a elas.

Poderia falar mais sobre os benefícios, mas prefiro que você mesma me diga. Comece a praticar a escrita terapêutica e depois volte aqui para dividir os resultados que experimentou e inspirar mais mamães a fazer também.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Em busca da minha melhor versão como mãe

 

“A qualidade no que você oferece é muitas vezes afetada por seu próprio humor e emoções humanas. O estresse, a exaustão ou a preocupação afetam a maneira como você interage com seu bebê ou sua criança – e, consequentemente, a maneira como ele percebe você e a si mesmo.”

(Trecho do livro Disciplina Positiva)

 

Sempre defendo a importância de mães e pais terem um tempo para si mesmos, tanto individualmente como enquanto casal. Relaxar e fazer coisas das quais gostamos, não nos torna menos mães ou menos pais. Pelo contrário, nos torna pessoas mais leves e preparadas para lidar com nossos filhos com mais tranquilidade.

Se conhecer e identificar as próprias emoções também é importante (inclusive nossa coluna escrita pela Flávia, da @liderdesi.de sobre autoconhecimento trata do tema semanalmente aqui no blog; basta clicar na tag “autoconhecimento” para ver todos os textos). Não podemos ensinar aos nossos filhos características que não temos em nós mesmos. É preciso resolver conflitos internos para que se possa mudar por completo a maneira de interação com seu filho.

Sempre ouvi que agitação, medo e nervosismo são passados para a criança. Uma mãe tranquila tem filhos mais tranquilos. E pude comprovar isso com Otto desde pequeno. Sempre fui muito calma na maneira de cuidar dele, inclusive ouvi isso de várias pessoas quando ele era bebê. Sempre andei com ele por todos os cantos sozinha com muita leveza e tranquilidade e ele sempre foi um bebê muito calmo.

Isso corrobora a teoria de que o que fazemos e a maneira como nos comportamos como pais ensinam muito mais do que as palavras. Os chamados “neurônios-espelho” fazem com que a criança “imite” ações e comportamentos que visualiza nos pais.

Isso é uma coisa que de certa forma me “preocupa” um pouco, já que penso que preciso ser minha melhor versão todos os dias para que meu filho cresça absorvendo um bom exemplo.

Também em busca dessa melhor versão, procuro me conhecer melhor, entender, avaliar comportamentos – especialmente como mãe – para que possa sempre fazer diferente e melhor. Sair do piloto-automático e viver as situações no momento presente. Estou apenas no começo dessa jornada, mas tenho certeza de que, apesar de um pouco dolorosa às vezes, ela vale muito a pena.

E por aí, você mãe tem cuidado do seu autoconhecimento?

Comunicação não-violenta para educar

A comunicação não-violenta é uma ferramenta que vem sendo muito explorada nos últimos anos por melhorar, significativamente, as relações.

E como uma das mais lindas e profundas conexões acontece no ambiente familiar, entre pais/cuidadores e filhos, como não utilizá-la para estreitar ainda mais os laços e facilitar o diálogo no dia a dia?

Ela se baseia em 4 princípios: observação, sentimento, necessidade e pedido.

Quando a criança chora ou faz birra, ela está expressando uma necessidade não atendida. Com a sequência que a CNV nos traz, é possível estarmos mais atentos a encontrar essa necessidade para atendê-la ou, caso não seja possível atender, propormos algo que possa amenizar/substituir aquela necessidade no momento.

Observe, sem julgar, o que está acontecendo, por exemplo: tirei algo que não podia mexer da mão da criança e ela chorou. Em seguida, identifique os sentimentos despertados nela e quais as necessidades que baseiam esses sentimentos (ela ficou nervosa, triste, irritada, chateada). Demonstre a ela que entendeu, acolhendo seus sentimentos e, depois disso, a depender da idade estimule na criança a fase do pedido, ensine-a a pedir e explicar aquela necessidade. Ainda no mesmo exemplo, ela pode estar com necessidade de atenção, de companhia, por isso está mexendo em coisas que, se não for a primeira vez que tomou bronca, já sabe que é proibido.

Elas são capazes de entender tudo o que lhes é ensinado, esse papo de que “a criança não entende” é balela. Ela pode não ter um conjunto de informações completo que lhe permite racionalizar todos os elementos de uma situação ou diálogo, mas já está fazendo registros cerebrais e sinápticos.

Fazer uso dessa técnica irá te ajudar a manter-se presente nas situações, prevenir problemas a longo prazo e intensificar as suas conexões. Mas, como qualquer outra, exige treino e constância. Mesmo que em algumas situações, você esqueça de aplicar, faça depois. Retome e analise a situação e como poderia ter agido se tivesse observado, identificado sentimentos e necessidades e estimulado o pedido.

Conte nos comentários se gostou da dica e se quer saber mais sobre Comunicação Não-Violenta aqui no blog.

Luz e Sucesso!!!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Não sofra, cocrie

Uma das práticas mais comuns entre os seres humanos é sofrer por antecedência, viver projetado no futuro, imaginando o pior resultado para os seus anseios.

Conhecido também como ansiedade, o hábito de imaginar negativamente e alimentar sentimentos como medo ou tristeza em relação àquilo que desejamos assola mais da metade da população.

A Neurociência traz inúmeros estudos sobre o assunto e o que eu gosto de destacar é o “goze” por antecipação. O nosso cérebro não distingue o real do imaginário e atua sempre em momento presente, ou seja, se você imaginar o que você deseja que aconteça em determinada situação agora, despertará sentimentos positivos imediatamente.

Além disso, as teorias da física quântica e lei da atração ensinam seus adeptos a cocriarem suas realidades desejadas através da sensação de gratidão por aquilo que ainda não aconteceu. Como assim? Nós utilizamos a vantagem de poder sentir no agora aquilo que imaginamos como se já estivesse acontecendo e enviamos a mensagem limpa ao Universo daquilo que desejamos conquistar.

O cérebro por sua vez, que além desses segredos que revelei acima, também atua de forma inconsciente para fazer valer aquilo que visualizamos, busca formas e caminhos para a realização.

Depois dessas informações eu duvido que você continue gastando energia imaginando o pior das hipóteses acontecendo e sofrendo por antecedência. Concentre-se em imaginar o melhor se concretizando, sinta as emoções positivas e de quebra ainda cocrie a realidade desejada!

É com você!

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

 

As 5 linguagens de conexão

Um assunto que eu adoro falar, escrever e ouvir. Baseada no livro As 5 Linguagens do Amor, essa teoria nos ajuda entender mais e, de quebra, entender o outro.

Nada melhor para esse momento tão introspectivo e ao mesmo tempo de convívio integral com os nossos mais próximos.

Estudos demonstram que somos negligentes na ação de entender e nos esforçamos menos para nos conectar com aqueles que são mais próximos de nós, como família por exemplo. Por estar tão do lado, tratamos como se a conexão fosse óbvia e obrigatória e, nem sempre, ela é.

Existem 5 linguagens pelas quais comunicação carinho, amor e conexão. São elas:

PRESENTES

Algumas pessoas demonstram seus sentimentos e criam conexões através da entrega de mimos, lembranças e presentes. São aquelas pessoas que gostam de fazer surpresas.

TEMPO DE QUALIDADE

Pessoas que se conectam através dessa linguagem são aquelas que ficam horas no telefone, que sempre arranjam um tempo para visitar, que adoram passar tempo junto com quem ama, ainda que não seja fazendo nada de tão importante.

ATOS DE SERVIÇO

Pessoas que gostam de fazer favores, que estão sempre ligadas em algo que o outro está precisando para ele então suprir ou facilitar. Essas pessoas se conectam pela linguagem dos atos de serviço, elas demonstram seu carinho e atenção fazendo algo por ou para você.

PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO

Os declamadores se comunicam por essa linguagem. Aqui estão aqueles que gostam de verbalizar o quanto gostam, entregam palavras de reconhecimento e elogios.

TOQUE FÍSICO

Os que se utilizam dessa linguagem às vezes são vistos como “grudentos”, mas não tem nada a ver, é a só a forma que eles têm de se conectar, receber e demonstrar carinho. São os que gostam de cafuné, abraço, beijo e tocam na pessoa quando falam.

E aí? Descobriu qual a sua linguagem?

É importante lembrar que, geralmente, esperamos receber o carinho e que as conexões aconteçam na nossa linguagem e nem sempre isso é possível. Então vale a pena explicar sobre a sua linguagem e também entender a linguagem das pessoas, recebendo o seu carinho e se conectando através da linguagem delas também.

Luz e Sucesso,

Flávia Gimenes


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.