Mente ocupada não recebe respostas

As respostas que você vive esperando estão todas dentro de você.

Claro que você já deve ter lido isso em algum lugar ou até mesmo ouvido em algum vídeo ou palestra de inteligência emocional.

Ouvimos, tomamos a consciência, mas parece que quanto mais sabemos que as respostas estão dentro de nós, mais difícil fica de acessá-las. 

Então buscamos e pedimos os sinais para forças maiores nas quais temos fé e mesmo assim não conseguimos receber, já que elas vêm em forma de intuição e intuição e mente ocupada não combinam.

O segredo para resolver problemas é sair do estado de consciência em que ele foi criado. 

É preciso silenciar a mente, sair do problema, se afastar para enxergar melhor. Do mesmo jeito que nos permite resolver tão fácil o problema de uma outra pessoa.

Para silenciar a mente é preciso praticar. Desafie-se a ficar em silêncio alguns minutos do dia, somente deixando os pensamentos passaram e prestando atenção no som que a quietude faz, dependendo de onde estiver ouvirá som de pássaros, cachorrinhos latindo, carros passando. Não importa o som que ouvirá de fora, o que importa é calar dentro.

Uma outra dica que eu sempre dou para quem está com a mente ocupada demais com preocupações ou ideias é sentar e escrever tudo no papel.

Essa escrita terapêutica irá te ajudar a desocupar a mente e pode ser que a resposta que você está buscando saia no papel no meio de tantas outras ideias. Não precisa ter nexo e nem roteiro, é só escrever o que vier.

Faça os exercícios e perceba aquele que mais te ajuda a acessar as respostas e se conectar com a sua intuição.

Luz e sucesso!

 


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Troque o “tenho que” por “eu escolho/quero”

Quanto peso e responsabilidade carrega uma frase que começa com “eu tenho que”, não é mesmo?

Estudos demonstram que parte de nós, ao longo da vida, desenvolve certa resistência a obrigações, como se algo que poderia ou que já seria feito por você, perdesse todo prazer quando alguém te diz que tem que fazer.

Você é desse time? Eu sou!

Essa foi uma das características que eu descobri na minha jornada de autoconhecimento e, por tê-la trazido para a consciência, consigo lidar muito melhor com as coisas que as pessoas me pedem para fazer hoje em dia.

Que tal se nós tirássemos esse peso do ter que fazer? Afinal de contas “NÓS NÃO SOMOS OBRIGADAS A NADA”! rsrs

Tudo é uma questão de escolha e até mesmo quando dizemos que temos algo para fazer é porque escolhemos adicionar aquilo na nossa programação. Além de que tudo fica bem mais leve, também, quando nos conscientizamos dos motivos pelos quais fizemos essas escolhas.

E aqui você pode até lembrar daquele ditado popular que diz que nós não fazemos só o que queremos, mas eu te afirmo que aquelas coisas que você não escolhe ter que fazer são frutos de outra escolha que você fez na sua vida.

Baseada na neurociência e em como nós podemos controlar e trabalhar estrategicamente com a nossa mente, vou deixar algumas dicas de como falar a si mesma sobre algumas atividades que talvez não sejam tão prazerosas ou então que, unidas ao peso do “tem que”, tornam maçantes.

Ao invés de “Tenho que limpar a casa”, diga: “Eu escolho limpar a casa, pois assim tudo fica cheiroso, organizado e saudável para mim e para minha família.

Ao invés de “Tenho que ir trabalhar”, diga: “Eu escolho fazer esse trabalho, porque é através dele que eu ganho o dinheiro que me permite pagar as contas, estudar e proporciona momentos de lazer e diversão para mim e para minha família”.

Ao invés de “Tenho que estudar”, diga: “Eu escolho estudar para a minha prova, para que eu possa tirar uma nota satisfatória e estar ainda mais perto de me formar e conquistar uma carreira profissional de sucesso”.

Para quem já me acompanha e usa o Caderninho do Tem Quê, pode começar a chamá-lo de Caderninho das Escolhas, quem ainda não conhece essa ferramenta, volte alguns posts e aprenda algo que vai te ajudar a desfrutar melhor o seu tempo.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Não deixe para amanhã o que você pode deixar hoje

Não, você não leu errado e nem eu me equivoquei no título…rs

Quero começar essa semana refletindo sobre os hábitos que já deveria ter deixado para trás e ainda não fiz. E aqui entram não só hábitos ruins como comportamentos negativos.

Faça uma análise e, se possível, escreva todas as coisas que você costuma fazer que te despertam arrependimento ou vergonha. Aquela sensação de “poxa, fiz de novo isso/assim”.

Claro que tudo isso que você localizar está registrado no seu sistema, por isso você repete esses padrões e não será do dia para noite que eles serão modificados. Então, quero deixar algumas dicas para que você transforme esses hábitos.

Escolha um hábito que deseja abandonar e:

DICA 1 – SE OBSERVE

Sair do Piloto Automático é o primeiro passo de quem deseja mudar hábitos e comportamentos negativos. Só é possível identificar quando e por que fazemos algo, quando estamos em constante auto-observação. Essa prática, de quebra ainda, te trará mais autoconhecimento e autocontrole emocional.

DICA 2  CRIE GATILHOS

Gatilhos cerebrais são como botões que acionam vontades, sentimentos e os próprios hábitos. Então, para ajudar a desativar os gatilhos antigos, crie novos. Por exemplo, se você é daquelas que perde muito tempo no celular deseja perder menos tempo com isso, você pode usá-lo como amigo e criar lembretes com afirmações como: SAIA DO CELULAR E VÁ SER FELIZ; ZUCKERBERG ESTÁ COM A VIDA GANHA, VOCÊ NÃO; FAÇA UMA RESPIRAÇÃO PROFUNDA E RETOME SUAS ATIVIDADES… 

DICA 3  ESTABELEÇA O QUE IRÁ FAZER NO LUGAR DISSO

Tenha clareza do que você deseja realizar no lugar daquilo. É preciso saber o que não queremos, mas de suma importância refletir sobre o que queremos afinal no lugar daquilo que estamos considerando como negativo. Você deverá dizer a si mesma o que deve ser feito sempre no positivo, por exemplo: GASTAR MENOS TEMPO NO CELULAR; LER UM CAPÍTULO POR DIA; MANTER A CALMA EM UMA CONVERSA DIFÍCIL; OUVIR COM ATENÇÃO O QUE O OUTRO ME DIZ ANTES DE RESPONDER

Tenho certeza de que essas dicas te ajudarão a começar as transformações que pretende por aí.

A segunda-feira é conhecida como o dia do recomeço, então comece a deixar hoje mesmo hábitos e comportamentos que não te aproximam da pessoa que você deseja ser e da vida que deseja levar.

Luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quem você não é?

Don Miguel Ruiz afirma, em seu livro As três Perguntas, que a maneira mais fácil de descobrir quem você é, é descobrindo quem você não é.

E essa pesquisa deve ser mais sincera e detalhada possível.

“Quem somos nós?”

Essa é uma pergunta banalizada, levando em conta que todos temos uma gama de informações prontas para essa resposta. Informações que não passam da superfície, que tem mais cara de roteiro feito para agradar público de todos os gostos.

Isso tem a ver com o mecanicismo da padronização que o inconsciente coletivo traz e com a nossa necessidade de aceitação social e sensação de pertencimento, mas isso é papo para outro dia.

Vamos focar em quem nós não somos, nas qualidades que nós não temos, nos defeitos que nós não temos, nas habilidades que nós não temos, nas fraquezas que nós não temos e por aí vai.

Sem julgamento, trabalhe apenas com fatos.

Se você não puder ser totalmente sincera consigo mesma, não poderá ser com mais ninguém. Acredite nisso!

Se tem dificuldade em falar disso, em identificar seus pontos de melhoria, provavelmente tem dificuldade em aceitar feedbacks e até críticas construtivas.

Dê a devida atenção a isso, pois é daí que vem as pistas para a nossa evolução.

Escolha um dia e um horário em que você possa se concentrar nessa expedição rumo a você mesma, pegue seu caderno de jornada e responda com muita sinceridade e detalhe:

QUEM EU NÃO SOU?

Leia com muito amor e aceitação o que escreveu e aproveite os insights. Numa próxima oportunidade falamos de quem somos.

Boa semana, luz e sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Educação emocional – a nossa responsabilidade por um mundo melhor

A pandemia deixou claro que educação não é responsabilidade exclusiva do ambiente escolar.

Pudemos sentir na pele a dificuldade de ensinar, nos sensibilizar e valorizar ainda mais os profissionais que passam a maior parte do dia com filhos de lares e culturas diversas.

Eu, particularmente, achei essa parte uma ótima oportunidade de exercitar ou desenvolver a tão falada empatia.

Aplico treinamentos em ambientes escolares e sempre procuro despertar ou reascender nos professores a responsabilidade e privilégio de fazer parte diretamente da criação da nova sociedade.

Assim como eles, também somos responsáveis por esse novo mundo, afinal nossas crianças de hoje serão os adultos de amanhã.

A pergunta não deve ser mais aquela de que mundo você quer deixar para os seus filhos, mas sim: Que filhos você tem preparado para o mundo?

As duas últimas gerações não possuem preparo emocional suficiente para lidar com as necessidades desse novo momento. Claro, que passamos tempo desenvolvendo tantas outras competências consideradas mais importantes, mas inteligência emocional não foi uma delas.

Hoje, mais do que nunca é necessário o desenvolvimento da inteligência emocional. O despertar para a humanização, a nossa reintegração com a natureza e recursos ambientais e, a melhoria nas relações entre a sociedade nunca esteve tão em evidência.

Nós temos responsabilidade na geração dessa nova sociedade e o nosso papel quanto pais e cuidadores é ensinar, através do exemplo, nossos filhos a terem inteligência emocional e todas as habilidades que a compõe, não só para serem adultos bem-sucedidos em todas áreas, mas como adultos capazes de conduzir um novo modelo de sociedade.

Adultos melhores, criam crianças melhores.

Boa semana, responsabilidade, luz e sucesso.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.