Adeus, Apollo

Ela não era muito ligada em animais. Ele gostava e queria muito ter, mas faltou oportunidade. Quando completaram um ano de namoro, ele a encontrou. Resolveu dar um filhotinho de labrador como presente de comemoração.

Não precisou de muito esforço para convencer os envolvidos. Aquela bolinha gorda e peluda com olhar pidão conquistava até o mais duro dos seres humanos. Foi batizado Apollo, o deus do sol, apesar dos pelos pretos azulados de tão brilhantes.

A bolinha de pelos foi crescendo, aprontando trapalhadas como as do Marley no filme. Comeu porta de madeira, sapatos, rasgou sacos de lixo… mas era muito querido por todos.

O cachorro, que “deveria ser tratado como cachorro”, nas palavras dele e morar no quintal, passou a morar dentro de casa quando a sogra faleceu e o casal se mudou. Apollo, que a essa altura era membro muito querido da família, foi promovido e dormia dentro do quarto nos dias mais frios, quem diria.

Viveram juntos por vários anos. Viajaram, iam a parques, casa de amigos, era muito companheiro. Mudaram de casa novamente, chegou um bebê para disputar espaço com ele. Mas Apollo sempre foi resiliente, conhecia seu espaço, passou por todas as fases com muita elegância.

Quando o bebê chegou, ele já tinha certa idade, não mais o pique e energia inesgotáveis de filhote. Mesmo assim, aguentou pacientemente todos os abraços, puxões de orelha e mais algumas travessuras que aquela bolota humana fazia com ele.

Porque ele era assim: amável, carinhoso, sabia quando alguém estava triste e conseguia consolar apenas pelo olhar amoroso ou pela simples presença.

Doze anos se passaram. Aquela fortaleza agora não aguentava mais os longos passeios; a audição não era mais a mesma e ele passava boa parte do tempo dormindo.

Ela achava que ele ainda viveria uns bons anos, mas ele dizia que não. Apollo estava velhinho e logo chegaria sua hora de partir. Talvez ele soubesse que esse momento havia chegado, já que nas duas últimas noites dormiu no quarto do casal – algo que há muito tempo não fazia.

Naquela manhã de sábado não deu seu religioso passeio pelas ruas do bairro. Ela o abraçou, fez carinho, conversou, mas Apollo não respondia. Quando saíram de casa, ela sentiu que ele poderia não mais voltar. Aquela era a despedida.

Apollo foi passear no céu dos cachorros e deixou aqui memórias e aprendizados de uma vida inteira de muito amor que deu e recebeu. O amor mais puro, verdadeiro e incondicional que existe: o de um bichinho pelo seu dono. A dor da partida é grande demais. Mas fica toda honra e gratidão que eles sentiram por ter convivido com Apollo nessa vida.

Beleza: Hidra gloss

O que é

Um procedimento não invasivo para hidratação profunda dos lábios. É um tratamento para revitalização dos lábios, principalmente aqueles ressecados (meu caso). Não é preenchimento.

Como é feito

Uma caneta chamada dermapen aplica ácido hialurônico na região. O resultado são lábios com a cor viçosa e extremamente hidratados. Eu tenho micropigmentação nos lábios e a cor realçou ainda mais.

O que eu achei

Na hora que faz, os lábios ficam com a cor um pouco mais destacada e super hidratados. Mas você não percebe grandes diferenças logo de cara. O resultado, na minha opinião, se mostrou melhor nos dias seguintes. Eu senti os lábios muito mais hidratados (eu os meus são extremamente secos) e consequentemente, com a cor realçada.

Vale lembrar que são necessárias três sessões para obter melhor resultado.

A última carta de amor

No dia que assisti, comentei nos stories do Instagram (me segue lá @fabiolamininel) como adoro ver filmes baseados em livros que já li. Embora geralmente seja bem diferente, é muito gostoso ver aquela história, que antes fora criada na sua cabeça, tomando vida na tela e você até comparando alguns elementos.

A Última carta de amor, baseado no livro homônimo de Jojo Moyes, conta a história de um casal apaixonado dos anos 60 que vive um romance proibido e acaba separado por rasteiras do destino.

Eles se comunicam por cartas de amor que acabam perdidas com o passar dos anos. Corta para os dias atuais. Uma jornalista descobre uma das cartas no arquivo do jornal onde trabalha e seu radar apita para uma possível história interessante.

Ela vai atrás e consegue encontrar os personagens das cartas. O restante é preciso assistir para saber rs.

A história trata de amor, traição, posição da mulher naquela época.

Mas o que me chamou bastante atenção foi o figurino da protagonista. Um mais lindo que o outro. Silhuetas bem femininas, minimalistas, peças em tweed, chapéus, trench coat. Algumas produções eu usaria tranquilamente nos dias de hoje. Separei alguns looks para mostrar aqui.

Perdoe a qualidade de algumas imagens. Como não encontrei muitas fotos na internet, fotografei a tela da TV.

Ah, esqueci de mencionar que o filme está disponível na Netflix! Depois me conta o que achou!

Bota branca como acessório para transformar o look

Sabe aquelas manias que as fashionistas têm? Algumas por bolsas, outras por roupas, a minha é sapato. Quem me conhece sabe que sou louca por eles. Essa bota branca, em especial, tem o poder de transformar a produção dependendo da maneira que for editada.

Mais cool com vestido curto de tricô, mais básica com jeans wide, mostrando só a pontinha, ou até por fora de um skinny jeans, com uma legging, enfim, as possibilidades são muitas.

Contei no meu insta (se você ainda não me segue, vai lá @fabiolamininel) que fui convidada pela mybest Brasil para escrever sobre um acessório que transforma o look e essa bota foi minha escolhida. A mybest é um site de recomendação de produtos para ajudar os consumidores em suas escolhas de compras. A resenha que eu escrevi está aqui nesse link (clique para ler na íntegra) e tem também outros textos de influenciadoras de moda contando qual acessório transforma o look delas. Ah, além disso, tem indicação de onde encontrar esses acessórios. Vale a pena conferir!