Livro: A Grande Magia

Peguei a indicação na internet e essa leitura não poderia ter vindo em melhor momento! Elizabeth Gilbert, também autora do best seller Comer Rezar Amar, fala neste livro sobre viver de maneira criativa – sem medo.

Foram tantos insigths que não sei nem por onde começar. O livro é direcionado para todas as pessoas que vivem ou querem viver de sua arte. Entenda por arte atividades como música, escrita, pintura, dança, enfim. A autora nos desafia a viver mais motivados pela curiosidade do que pelo medo.

Isso porque muitas vezes sentimos medo de expor nossas artes, nossas criações. Especialmente nos dias atuais, onde todos são (ou podem ser) criadores de conteúdo e fazer disso sua arte. Temos ideias, mas morremos de medo de expô-las.

Temos medo porque nos preocupamos com a opinião e julgamento alheios. Elizabeth é categórica em dizer que não assume tarefas adicionais, como tentar policiar o que as pessoas pensam de seus livros depois de prontos. E acrescenta: “Você é livre, pois todo mundo está ocupado demais consigo mesmo para se preocupar com você”.

Inicialmente, ela se refere à inspiração e à criatividade como seres energéticos que vivem nos rodeando, esperando que um ser humano se aproprie e dê vida a eles. A esse fenômeno ela chama de grande magia.

Ele vem e vai, não se pode esperar que esteja o tempo todo disponível. É preciso deixar ir. E para alimentá-lo, ela aconselha, devemos estar em constante movimento. Não importa se a inspiração está presente ou não, ela se senta diariamente em sua escrivaninha e faz o que mais ama: escrever.

E quando a inspiração aparece, é preciso agarrá-la, pois se você perder o timing, ela vai pousar no colo de outra pessoa disposta a colocar tal ideia em prática. Como aconteceu em uma história super curiosa que ela divide logo no início do livro.

As lições que ela nos deixa nesse livro são muitas: ame seu trabalho, não desista do seu sonho, trabalhe duro, não se preocupe com o que os outros pensam e o principal: seja grato antes, durante e depois de todo o processo.

Autoconhecimento: meu processo de coaching

Tenho a sorte de minha melhor amiga ser coaching e uma excelente profissional de desenvolvimento humano. Há anos venho acompanhando seu processo de transformação e imersão pelo autoconhecimento e ela me guia e me orienta durante o meu – profissionalmente e off work também.

Como a vida é uma grande troca, aprendemos muito juntas. Meu primeiro processo foi em 2015. Na época, minha vida pessoal ia bem, mas sentia um buraco imenso com relação à vida profissional. Me sentia perdida, sem saber que direção seguir.

Trabalhei fortemente essa questão profissional, mas o processo engloba sua vida como um todo, e todas as áreas inseridas nela, não apenas a profissional. O que foi ótimo para me aprofundar mais e me conhecer melhor. Fiz descobertas importantes e que ainda hoje ajudam a me nortear.

Foram dez encontros com longas e esclarecedoras conversas, além da aplicação de ferramentas específicas para ajudar a encontrar o caminho.

Cinco anos depois (curiosamente no mesmo mês em que fiz o processo pela primeira vez), me vi um pouco perdida novamente, com algumas dúvidas e um certo desânimo em com alguns aspectos da minha vida. Recorri à minha fiel escudeira, que agora, mais experiente e com a bagagem mais ampla me guiou novamente.

Trabalhamos ferramentas como linguagens de conexão, sentimentos e necessidades, road map entre outras, que me ajudaram a descobrir muita coisa nova sobre mim mesma. Um mergulho interno profundo e até uma espécie de balanço das mudanças nesses cinco anos. Pude ver que alguns valores e necessidades continuam os mesmos, enquanto outros se transformaram trazendo novos sonhos e necessidades.

A parte boa de trabalhar em um processo como esse com alguém tão próxima é que ela me conhece muito bem, mas apesar disso, não deixou esse conhecimento ao meu respeito e nossa relação de amizade interferir nas conversas e orientações.

Após ambos os processos saí mais leve, com muito mais respostas do que quando cheguei, aprendendo a me observar melhor, identificar, aceitar e acolher cada sentimento e emoção. Com novos passos a serem dados dali em diante. E o melhor: esse caminho foi traçado por mim. Esse é o encanto dos processos de autoconhecimento: o profissional te guia, mas só você é responsável pela sua própria vida.

Para quem tiver interesse em conhecer o trabalho da Flávia, ela tem uma página rica em conteúdos de autodesenvolvimento e liderança no Instagram @liderdesi.de. Por lá você pode entrar em contato para saber qual é o programa mais indicado para você. E aqui no blog tem uma área só com textos lindos dela sobre o tema sempre mais linkados ao universo materno. É só buscar por autoconhecimento no campo de busca.

Espero que tenham gostado de saber um pouco mais sobre a minha jornada e esse mergulho interno.

Moda: a volta do twin set

Slow Style

Já falei por aqui que na moda alguns elementos vão e vem e são repaginados e adaptados ao novo momento do mundo e do fashionismo.

A peça da vez é o twin set, uma combinação de cardigã com blusa de tricô, formando um conjuntinho. Ele surgiu pela primeira vez nos anos 40, mas foi entre as décadas de 50 e 60 que ele fez mais sucesso.

A versão clássica é em tricô, mas as marcas também lançaram em malha e outros tecidos mais leves para ser usado também no verão e dias mais quentes.

Slow Style

Depois, já ressurgiu outras vezes em tempos mais recentes e é sempre uma boa pedida. Ótimo para usar na meia estação, ele já está voltando nessa próxima temporada e promete ser um hit desde as mais fashionistas até quem não liga muito para moda.

Reuni nesse post alguns modelos que prometem fazer a nossa cabeça nesse outono/inverno. Veja quanta inspiração linda para a gente usar e abusar!

Le Blog

Carol Bassi

Imagens: Instagram, Pinterest e Google

Livro: A coragem de ser imperfeito

Brené Brown é pesquisadora e estuda a vulnerabilidade há muitos anos. Uma palestra sua em um Ted Talks é sucesso na internet e Netflix (vale a pena conferir). E, como acho que cada livro aparece no momento certo da nossa vida, agora foi a vez desse que eu gostei muito.

Ela aborda principalmente a vulnerabilidade, mas também a vergonha e o medo de julgamentos que todos nós temos em algum momento da vida.

Ela defende a ideia de nos jogar, aparecer, nos mostrar. Sem medo. Sem vergonha.

“Em vez de nos sentarmos à beira do caminho e vivermos de julgamentos e críticas, nós devemos ousar aparecer e deixar que nos vejam. Isso é vulnerabilidade. Isso é a coragem de ser imperfeito. Isso é viver com ousadia.”

Falei que o livro veio a calhar para o momento, pois sempre fui muito tímida e com imensa dificuldade de exposição, especialmente agora, na era das mídias digitais. Ela, inclusive, cita a coragem de blogueiros e influenciadores que colocam o rosto diante de, muitas vezes, milhares de pessoas para expor posicionamentos e opiniões, passíveis de críticas e julgamentos.

No âmbito familiar, ela fala sobre como, enquanto mães e pais, estamos sujeitos ao estigma de bons e maus, sendo analisados e julgados muitas vezes. E frisa que não existe perfeição, temos que estar preparados para tomar decisões ruins e cometer erros nessa jornada.

Para mim, foi importante essa leitura para entender que todos somos imperfeitos, mas se supera aquele que tem coragem de caminhar para a arena da vida e dar o melhor de si. E como ela diz: “O desejo de nos expor nos transforma. Ele nos torna um pouco mais corajosos a cada vez.”

Ainda não estou totalmente segura para subir na arena da vida, mas tenho certeza que estou no caminho, com pequenos passos a cada dia. Com muita coragem e resiliência chegarei lá.

Como os livros podem nos guiar na jornada do autoconhecimento

É incrível como naturalmente acontece quando estamos conectadas com nós mesmas e vivendo de maneira atenta no momento presente. As mensagens surgem como pequenos sinais em conversas com amigos, cenas de filmes e séries e também, claro, através dos livros.

Basta dar o primeiro passo e o universo te responde. Comecei a perceber como minhas leituras, aparentemente disconexas, começaram a fazer sentido e complementar umas às outras.

Exatamente o que você precisa aprender naquele momento. O que você precisa ouvir/ler naquele momento.

Vou fazer um post falando especificamente sobre os títulos. Mas minha lista tem fluído muito bem por assuntos diversos e preenchendo meus vazios, me fazendo aprender o que preciso e tirando crenças limitantes do meu caminho.

A propósito, a leitura atual é “A Coragem de ser Imperfeito”, de Brené Brown, que fala sobre vulnerabilidade e vem me ajudando muito a me abrir mais e expor minhas vulnerabilidades on e off-line.

Experimente enveredar pelo caminho do autoconhecimento com leituras gostosas e que enriquecem sua vida, te fazem crescer como pessoa, se conhecer melhor e oferecer sua melhor versão para si mesma e para todos que convivem com você!

Update: esse texto foi escrito no fim do ano passado, quando estava lendo esse livro. Depois dele, já vieram outros que continuam se completando e me enriquecendo com conhecimento e mensagens que aquecem o coração.