5 looks de inspiração para o réveillon

Última semana do ano, e não qualquer ano. 2020 foi atípico, foi desafiador, foi transformador. E vai deixar marcas diferentes em cada um de nós.

Muitos vem esperando esse momento há muito tempo e agora está chegando a hora de nos despedirmos desse ano diferentão.

Mas não é porque foi um ano mais difícil que vamos sair dele assim, de qualquer jeito. A virada merece um look bacana independente de onde vamos passar.

Fiz uma seleção de 5 looks para inspirar. Tem curto, longo, mídi, pegada mais praiana ou cheia de brilho. E você, já escolheu o seu?

Fotos: Pinterest e Instagram

Lições de fim de ano

O ano está acabando e algumas pessoas já estão se preparando para as resoluções de fim de ano, momento em que escrevem tudo aquilo que não conseguiram realizar no ano que finda e tudo aquilo que esperam do próximo ano.

É uma prática de escrita terapêutica muito válida, afinal de contas é importante dedicar um tempo para imaginar os resultados que deseja, colocando intenção e sentimento. Isso ajuda muito na realização quando complementado com ação, é claro.

Mas eu quero chamar atenção para os sentimentos que são despertados quando pensamos naquilo que não conseguimos realizar, nos planos que fizemos no final do ano anterior e que por diversos motivos, não se concretizaram.

É importante que para cada um deles você encontre um aprendizado.

Olhe com atenção para cada um desses planos e entenda os “porquês” deles não terem acontecido. Quais foram as causas, o que aconteceu no seu ano que não teria acontecido se aquilo que você colocou no planejamento tivesse dado certo?

Caso esse mesmo desejo e plano entre para a lista do próximo ano, ter clareza do que não funcionou e do que precisará ser feito para que ele se realize é ter um mapa muito mais completo nas mãos.

Não é só repetir planos ano após ano, é entender os motivadores de cada um. É perceber se algum deles já não faz o menor sentido compor a sua lista e você continua repetindo ele e se sentindo improdutiva à toa.

Uma retrospectiva saudável não é aquela que só acessa os acontecimentos, mas que reflete sobre como eles agregaram, em resultado ou em aprendizado, crescimento.

O ano de 2020 trouxe muitos desafios, histórias de fracasso, medo, saudades. Mas cada uma dessas situações ensinou algo. É só saber procurar.

Inclua também no seu exercício de lições de fim de ano, coisas que aconteceram que não estavam na lista que você tinha feito.

Algumas coisas ficam para trás porque outras aparecem, mas se não estivermos atentas, deixamos passar. Lamentando apenas pelo que não deu certo.

O que cada um dos fracassos que você experimentou esse ano te ensinou?

Quais foram as suas conquistas, você comemorou todas elas?

O que os acontecimentos externos despertaram em você, tanto de bom como de ruim?

Os planos que não puderam ser concretizados devido os acontecimentos externos (pandemia, desemprego, isolamento) continuam sendo desejados? Como fazer com que eles sejam menos influenciados por fatores como esses?

Boas lições e resoluções de fim ano!

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Fortaleça o músculo da empatia

Natal chegando, época de reunir a família, de encontrar os amigos, de confraternizar no trabalho, de comprar presentes, de viajar.

Época também de muita tristeza para aqueles que não têm família, para aqueles que perderam alguém da família recentemente, de estresse e correria para quem trabalha no comércio e varejo, para quem não terá condições financeiras para comemorar a data como gostariam.

O natal desperta um senso de união e colaboração, pessoas costumam apadrinhar crianças e fazer doações.

Momento propício para falarmos de empatia.

A Nova Era em que já estamos tem a empatia como uma necessidade escancarada (ouvi de muitos clientes esse ano o quanto gostariam que as pessoas tivessem empatia por eles) e como uma habilidade desejada, quando percebiam que também estavam sendo pouco empáticos com os outros.

Ser empático é ouvir para entender. É calar os julgamentos e enxergar aquilo da maneira que está acontecendo, pura e simples, sem nenhuma projeção.

Não é ouvir ou conhecer a dificuldade de alguém e pensar ou dizer o que você faria naquela situação. É validar os sentimentos e as limitações que aquela pessoa tem enquanto vive aquilo.

É ajudar, dentro das suas possibilidades, a amenizar as limitações da pessoa para enfrentar aquele problema e não resolver por ela.

Ser empático é não diminuir ou menosprezar a dor do outro.

Comecei esse texto falando de problemas considerados grandes, mas a empatia está sendo solicitada o tempo todo, nas pequenas coisas, conversas e relações.

Não é só no Natal que esse espírito da colaboração e compaixão tem que estar desperto em nós, o ano todo acontecem situações em que ele é necessário.

A empatia é um músculo que deve ser exercitado e fortalecido.

Não é difícil de entender como se faz, mas não é tão simples de praticar. Exige atenção plena, auto-observação, comprometimento consigo e com o próximo de construir uma sociedade melhor.

Eu quero ser empática e que sejam empáticos comigo. 

E você? 


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

O lado sombra do autoamor

O amor-próprio é tão óbvio e tão difícil ao mesmo tempo.

Quantas pessoas você conhece que não se amam em primeiro lugar, tem dificuldade em se autovalorizar, buscam incessantemente em outras pessoas reconhecimento e carinho.

Pode ser você mesmo, pode ser aquela amiga que está sempre sofrendo com os seus relacionamentos, aquele amigo que não consegue se pronunciar, não arrisca, não corre atrás dos seus sonhos ou aquela pessoa que cuida de todo mundo menos de si mesma.

O amor-próprio não é tão simples de conquistar porque ele exige que amemos o nosso lado sombra também. Que aceitemos nossos defeitos, que nos perdoemos pelos nossos erros.

Só depois que nos tornarmos capaz de amar absolutamente tudo em nós é que conquistamos o autoamor genuíno.

A maior parte das pessoas costumam praticar o autoamor só quando acertam ou então mantêm o foco sempre naquilo em que precisam melhorar, aprender, desenvolver e mudar. Então experimentam aquela sensação de fraqueza, de decepção e tristeza.

Olham no espelho e julgam a si mesmos como incompletos, incapazes e impõem condição para o autoamor.

“Quando eu me tornar tal coisa, aí sim.”

“Quando eu emagrecer…”

“Quando eu arrumar alguém…”

Quando sentimos amor puro e grande por alguém costumamos dizer que amamos até mesmo seus defeitos. É uma forma de dizer que o que sentimos é tão forte que compensa aquilo que não gosta na pessoa.

Essa receita vale para o autoamor também, é se amar a ponto de se acolher quando errar, de se desculpar quando não conseguir atingir as próprias expectativas, se perdoar quando perceber que agiu mal ou descobrir que poderia ter feito diferente.

Enquanto você não amar seu lado sombra não estará praticando o amor-próprio. Estará sempre no vermelho na conta do autoamor e atraindo o mesmo nível de amor que dá a si mesmo.

Só depois de aceitar algo você se torna capaz de transformar.

Se você nega, não existe. O que não existe não precisa ser mudado, melhorado ou perdoado.

Pense nisso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Quantidade x Qualidade

“Eu preciso de mais tempo.”

“Ah…se eu tivesse tempo.”

Antes as pessoas reclamavam de forma inconsciente pela falta de tempo, hoje parece que isso começou a ser alvo de atenção e questionamento.

Uma coisa é certa, de nada adianta conseguirmos mais tempo, se não sabemos aproveitar com qualidade. Do que adianta ter mais daquilo que não sabemos como utilizar, não é mesmo?

O tal do foco (habilidade desejada por muitos) tem um fator chave: a concentração. Estar concentrado significa que está dedicando total atenção para aquilo que está fazendo.

O foco é o que faz o seu tempo ter qualidade, não importa a quantidade em minutos e segundos que você tenha.

Se você tiver uma hora para brincar com o seu filho, dedique toda a sua atenção a ele e ao que estiverem fazendo juntos nesses sessenta minutos. Olhe nos olhos dele, decore seu sorriso, sinta o cheirinho dele, ouça o que ele diz. Vai parecer que essa hora passou voando, mas esse é mais um sinal de que você aproveitou bem esse tempo.

Quando temos a impressão de que o tempo está “se arrastando” é porque estamos ansiando estar em outro lugar, fazendo outra coisa. Ou seja, com atenção zero.

Todos nós temos 24 horas por dia para fazermos aquilo que quisermos e que precisamos, a maneira como vamos nos dedicar a cada fração de segundo é que fará a diferença e trará a satisfação.

Ao parar para comer, sinta o gosto da comida, mastigue consciente.

Quando estiver tomando banho, sinta a temperatura da água, massageie seu corpo, sinta o cheiro que shampoo deixa nos seus cabelos. Quando você escolheu para comprar, escolheu pela fragrância que provavelmente faz tempo que não percebe.

Quando estiver em um grupo presencial, desconecte-se do celular. Encontros presenciais são tão raros hoje em dia.

Quando estiver assistindo ou lendo algo, dedique atenção. É naquele momento que o seu repertório mental está recebendo informações.

Ao abraçar alguém, sinta o calor do abraço. Ao beijar alguém, faça com todo o seu corpo.

Quando estiver trabalhando, foque no que estiver fazendo. Assim será mais produtivo e eficiente.

Antes de desejar ter mais tempo, perceba como você aproveita o que você tem.


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.