Tendência de moda: tamancos

Na moda, as tendências vão e vem e são estilizadas quando reaparecem. É o caso do tamanco (agora também chamado de mule de salto baixo). Ele já foi hit em meados dos anos 90 e as grifes de moda o trouxeram de volta tornando objeto de desejo.

Vez ou outra assisto episódios de Sex And the City (sucesso que foi ao ar entre 1998 e 2004) e dia desses assisti um em que a protagonista, Carrie Bradshaw, apaixonada por moda, usava tamanquinhos idênticos aos que estamos vendo atualmente. Foi como voltar no tempo.

Cenas da série Sex And The City

Nessa temporada eles estouraram com os modelos da grife Bottega Venetta que caíram no gosto das fashionistas mais antenadas. Os tamancos de bico quadrado e textura acolchoada já foram reproduzidos por marcas mundo afora e editam os mais diversos looks.

Eu também me rendi a essa tendência com um modelo da Zara de bico quadrado e textura acolchoada, mas numa cor neutra: off white; o outro modelo da Renner é todo trançado e de cor vibrante: rosa chiclete.

Fiquei com medo de comprar e ficar encostado no armário, mas eles são fáceis de combinar, além de serem super confortáveis com saltos médio e baixo.

Dá pra usar com vestido, calça jeans, short, saia, macacão, enfim. São infinitas possibilidades. Reuni aqui looks meus que editei com tamanco e mais alguns da internet pra gente se inspirar.

Livro: Pais que evoluem

Educar não é instintivo. Educar de forma assertiva é ciência. Precisamos compreender como nossas palavras e atitudes como pais influenciarão a vida dos nossos filhos por muitos e muitos anos.

Li esse livro recentemente e foi muito especial. Não é mais um livro sobre como educar os filhos, sobre técnicas para acabar com as birras ou tantas fórmulas mágicas que vemos por aí quando o assunto é criação de filhos.

Ele fala, principalmente, sobre autoconhecimento. Para conhecer e criar bem nossos filhos, precisamos primeiro nos conhecer muito bem, entender nossos sentimentos e saber por que tomamos certas decisões.

A autora, educadora parental e especialista em inteligência emocional e perfil comportamental, começa falando sobre a nossa infância. A maneira como fomos criados, as crenças que adquirimos de nossos pais e cuidadores refletem diretamente na nossa maneira de ser mãe ou pai.

Ela conta que ficava perdida quando tinha dois filhos pequenos e não sabia como reagir às birras e outros comportamentos das crianças. O maternar não estava sendo leve e prazeroso, mas a estava esgotando emocionalmente. Só quando ela entendeu que precisava mudar o próprio mindset (maneira de pensar e agir), é que o comportamento de seus filhos iria mudar, as coisas tomaram outro rumo e ela deu uma guinada em sua jornada da maternidade.

Através do livro pude revisitar momentos da minha infância e criação de modo geral e também me aprofundar mais na jornada do autoconhecimento. Quando vivemos o momento presente e nos tornamos conscientes de nossas ações, tudo flui melhor, inclusive na maternidade/paternidade.

A autora nos convida a uma importante reflexão: educar não é instintivo e também não basta se autoconhecer para educar bem. Educar exige conhecimento. Não existe receita e ninguém nos ensina. Mas precisamos aprender como desenvolver essa importante missão.

A leitura é leve, de fácil compreensão e nos leva a importantes reflexões e a nos voltarmos para dentro de nós primeiro para então podermos nos doar e ajudarmos nossas crianças a se desenvolverem em seu potencial máximo.

Leitura bem válida para pais que buscam uma comunicação mais assertiva com os filhos e também para aqueles que estão buscando se conhecer melhor para assim poder exercer uma criação com apego e ajudar os filhos a se desenvolverem para se tornarem adultos confiantes e capazes.

Dica de série: Emily em Paris

Essa série delicinha da Netflix é do mesmo criador de Sex and The City, fator de alta credibilidade e indicador de sucesso pra mim, já que sou apaixonada pela antecessora.

Emily é uma jovem que trabalha numa empresa de marketing em Chicago e, após uma mudança de planos repentina – sua chefe, que ia a Paris, descobre que está grávida e não poderá viajar – aceita passar um ano na cidade luz e levar um pouco da visão americana para a filial de lá.

Porém, quando ela chega na empresa, percebe que o emprego dos sonhos não era exatamente o que ela imaginava. Ela sofre rejeição e uma certa resistência dos novos colegas de trabalho. Ah, tem um detalhe: ela foi pra lá sem falar francês!

Mas isso não foi motivo para ela perder o rebolado. Com muita resiliência, bom humor e competência, ela mostra a que veio.

Quando chega à cidade, ela cria um perfil no Instagram para dividir sua nova vida, o @emilyinparis. Com um olhar apurado e criatividade, ela vai compartilhando cliques que se tornam cada vez mais populares.

E é esse olhar sobre o marketing nas redes sociais que ela tenta levar para os clientes da empresa em que trabalha, mas sua chefe não bota fé. Eles têm um modelo de trabalho e não querem se abrir para mudanças. Além disso, a história também fala um pouco sobre a diferença de estilo de vida entre franceses e americanos. Esses mais voltados para muito trabalho e fazer dinheiro, e aqueles, num estilo mais “slow”, acreditam que trabalham para viver, e não o contrário.

Até que um post de Emily ganha milhares de compartilhamentos e é repostado por Carla Bruni. Em outro momento, seu perfil se destaca tanto que uma grande marca de beleza a convida para ser sua embaixadora, como influenciadora digital.

Além de ser uma história gostosa de acompanhar, ela mostra a importância e real influência do marketing digital. Para tantas pessoas que trabalham com isso hoje, serve também de inspiração e fonte de criatividade. Com um olhar particular da cidade ou de algum produto específico somado a uma boa legenda, Emily consegue emplacar um conteúdo de impacto e relevância. O desejo de todos que trabalham nessa área hoje.

Acho que mais do que uma história bacana, a série traz esse olhar sobre o marketing digital, sobre a resiliência de uma menina que não desiste da nova vida e de defender aquilo em que acredita. E, por último, mas não menos importante, tudo isso é mostrado com um certo glamour trazido pela moda nos looks da Emily e suas amigas e também nos clientes da empresa. O que eu amo e me faz encher os olhos!

Você também já assistiu? O que achou?

Abaixo um bônus com algumas fotos de looks!

Qual o medo que te motiva?

Estudos apontam que agimos motivados pelo medo ou pelo amor.

Super acredito nessa teoria e, apesar de procurar me mover pelo amor, sempre identifico medos como motivadores.

Apesar do que algumas pessoas pensam, o medo pode ser um sentimento muito valioso quando utilizado de forma positiva, ou seja, identificar sinais de alerta para melhor planejamento ou então como motivador.

No texto de hoje quero te convidar a refletir sobre quais medos têm sido motivadores das suas ações, bem como quais deles ainda não são, mas podem ser.

Costumo dizer aos meus clientes que todos nós temos um quartinho da bagunça interno, onde ficam guardados todos os sentimentos e pensamentos que não queremos mexer, limpar, organizar e até mesmo desapegar. Assim como os quartinhos de bagunça que temos em casa, esses quartinhos internos estão cheios de energia parada que precisam fluir e que influenciam diretamente nas nossas ações e resultados.

Claro que o objetivo aqui não é que você limpe todo o seu quartinho de bagunça interno de uma vez, até porque isso exige tempo, maturidade e, às vezes, ajuda profissional direcionada. O convite é para que você ilumine os medos que você provavelmente tem nesse quartinho e veja quais deles te motivam ou possam motivar a agir em direção aos seus sonhos.

Sabe aquela pessoa que trabalha além do seu próprio limite, às vezes? Ela provavelmente está agindo motivada pelo medo de perder seu emprego, por exemplo.

Quantas ações suas são motivadas pelos seus medos? 

Quantas ações são motivadas pelo amor?

Quais ações você tem procrastinado hoje que podem ser motivadas pelo medo do que possa acontecer se você não fizer?

Ser inteligente emocionalmente também significa saber sentir e usar cada sentimento a seu favor e todos (TODOS) os seus sentimentos devem ser utilizados de forma positiva.

Sentimentos são mensagens, aprenda a interpretá-las.

Vem comigo nessa?

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @liderdesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Mente ocupada não recebe respostas

As respostas que você vive esperando estão todas dentro de você.

Claro que você já deve ter lido isso em algum lugar ou até mesmo ouvido em algum vídeo ou palestra de inteligência emocional.

Ouvimos, tomamos a consciência, mas parece que quanto mais sabemos que as respostas estão dentro de nós, mais difícil fica de acessá-las. 

Então buscamos e pedimos os sinais para forças maiores nas quais temos fé e mesmo assim não conseguimos receber, já que elas vêm em forma de intuição e intuição e mente ocupada não combinam.

O segredo para resolver problemas é sair do estado de consciência em que ele foi criado. 

É preciso silenciar a mente, sair do problema, se afastar para enxergar melhor. Do mesmo jeito que nos permite resolver tão fácil o problema de uma outra pessoa.

Para silenciar a mente é preciso praticar. Desafie-se a ficar em silêncio alguns minutos do dia, somente deixando os pensamentos passaram e prestando atenção no som que a quietude faz, dependendo de onde estiver ouvirá som de pássaros, cachorrinhos latindo, carros passando. Não importa o som que ouvirá de fora, o que importa é calar dentro.

Uma outra dica que eu sempre dou para quem está com a mente ocupada demais com preocupações ou ideias é sentar e escrever tudo no papel.

Essa escrita terapêutica irá te ajudar a desocupar a mente e pode ser que a resposta que você está buscando saia no papel no meio de tantas outras ideias. Não precisa ter nexo e nem roteiro, é só escrever o que vier.

Faça os exercícios e perceba aquele que mais te ajuda a acessar as respostas e se conectar com a sua intuição.

Luz e sucesso!

 


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.