Comparativo de bases

Não vivo sem uma boa base e adoro conhecer e testar novas marcas. Recentemente, comprei duas marcas das quais conhecia outros produtos, mas ainda não tinha usado a base e achei um bom custo-benefício, por isso vim falar sobre elas aqui pra vocês.

BeYoung

É uma base tratamento, ou seja, enquanto você está maquiada, o produto age na pele com vitaminas, ações antioxidante e anti-aging. Tem textura aveludada e deixa efeito matte na pele. Adorei a embalagem e o aplicador (uma espátula que aplica bem o produto sem fazer sujeira nem lambuzar a mão). Tem boa cobertura, mas se quiser um efeito mais “pesado”, o ideal é ir construindo camadas. Não tem cheiro (o que é uma grande qualidade pra mim, tenho sérios problemas com cheiros rs) e tem boa durabilidade na pele.

Preço: 129,90 (sempre tem promo por 99)

Onde comprar: https://beyoung.com.br

AnaHickmann Beauty

Tem uma super cobertura. Basta uma camada para um efeito tipo “reboco” rs. Ela é de efeito matte, deixa a pele sequinha, mas achei que dá um glow bonito. O ponto negativo dela pra mim é um cheiro estranho, meio forte. Mas achei que ela cumpre bem o que promete e tem um precinho mara!

Preço: 69,90

Onde comprar: https://www.anahickmannbeauty.com.br

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Como sobreviver às birras?

Sei que não existe fórmula mágica e também não se cria filhos com dicas. Mas as birras são parte do dia a dia com crianças e é um assunto que toca os pais. Então reuni aqui algumas informações que podem ajudar a lidar com a dita cuja quando acontecer. Porque vai acontecer. Cedo ou tarde, em casa ou na rua. Então vamos juntas passar por ela.

Acalme-se

Primeiro de tudo, lembre-se que as crianças aprendem observando. Dê o exemplo. Você agirá de maneira mais assertiva quando estiver calma. Para e respire profundamente para conseguir lidar melhor com a situação.

Dê segurança

Leve seu filho a um local seguro (onde ele não se machuque) ou mais reservado (se estiver em público). Afaste-o de objetos que podem ser atirados ou machucar a criança. Tente não gritar nem dar sermão (neste momento, só será mais fogo na fogueira).

Não ceda

Quando você dá à criança o objeto desejado – o motivo da birra – você ensina que esta é uma boa ferramenta para conseguir o que quer. Fique firme e seja gentil até que a explosão se acalme.

Não leve para o lado pessoal

Mesmo que a birra aparente ser. Seu filho só não tem habilidade de controlar as emoções nem de se expressar de maneira eficiente.

E então, o que achou do conteúdo? Como eu disse, não existe fórmula mágica, mas se pararmos, observarmos a situação sob outra perspectiva, conseguimos lidar melhor com ela. Esse texto é baseado nos conceitos da disciplina positiva, que ensina a agir com firmeza e gentileza, sempre. Acredito que quando vamos por esse caminho, dá certo e nossa relação com as crianças flui muito melhor.

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O real poder do autoconhecimento

O mundo já mudou e quem ainda não percebeu, na certa está em estado de sofrimento e com a sensação de estar perdido.

Não existe velho e nem novo normal, cada vez menos existirão padrões. Melhor ainda, o significado de padrão será o mais subjetivo de todos, o seu “normal” será aquele que faz sentido para você, te faz melhor e te permite viver com leveza.

O autoconhecimento entra como elemento essencial para uma Era em busca de propósito, afinal de contas como viver o seu melhor sem se conhecer, não é mesmo?

Hoje existe uma gama de ferramentas que se complementam e geram autoconhecimento, tem para quem é racional e tem dificuldade de se entregar, tem para quem é cético, tem para gosta de se conectar com energias multidimensionais. Tem para acessar traumas do passado, tem para alinhar as energias familiares, tem para planejamento estratégico eficiente, para descobrir de fato onde você está e como chegar aonde deseja.

A verdade é que você só precisa buscar e se conscientizar que, assim como um personal trainer faz toda a diferença no seu treino físico, um profissional capacitado pode te ajudar, e muito, a lidar emocionalmente com a vida. Que é uma das maiores dificuldades da sociedade, há anos.

Não existe outro caminho para o sucesso material, realização profissional e bons relacionamentos que não comece de dentro para fora. Enquanto você não cuidar de si mesma, descobrir quem você é, curar feridas e se amar de verdade, o externo não responderá às suas expectativas, em outras palavras, nunca estará bom o suficiente. Você viverá uma vida de altos e baixos, sem sentido.

Escrevi uma série de exercícios de domínio pessoal para as próximas semanas, que irá te ajudar nesse processo e despertar a sua liderança pessoal.

Fique ligada e, por enquanto, vá se preparando para o mundo das infinitas possibilidades que se abre quando você aceita ajuda.

Luz e Sucesso!


Esse texto foi escrito por Flávia Gimenes, empreendedora, terapeuta, leader coach e advogada fundadora da Líder de Si Desenvolvimento e Evolução. Sigam no Instagram @lidersesi.de para acompanhar conteúdos enriquecedores sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e liderança humanizada.

Dez formas de praticar a disciplina positiva

Já falei aqui que estou lendo o livro Disciplina Positiva para crianças de 0 a 3 anos e estou apaixonada. É um conceito muito respeitoso e amoroso para usar na criação dos filhos. Nos ensina muito sobre eles, mas, principalmente, sobre nós mesmos. Cada vez mais tenho certeza de que criar filhos e autoconhecimento andam de mãos dadas. No livro as autoras apresentam dez ideias para que possamos colocar a disciplina positiva em prática e vou falar sobre elas aqui.

1 – Antes de corrigir, se conecte com seu filho

Já falamos aqui no blog sobre conexão com filhos. Você pode ler sobre o tema aqui e aqui. Antes de chamar atenção do seu filho, você pode criar conexão dizendo: “Eu te amo e a resposta é não” ou através da validação dos sentimentos dele: “Eu sei que você não quer parar de brincar, mas agora é hora de ir dormir”. A autoconsciência é muito importante para que se possa perceber quando está em uma luta de poder com as crianças. Ao se dar conta disso, recue e mude de atitude, isso fará com que seu filho mude a dele também.

2 – Envolva as crianças nas atividades cotidianas

Em vez de apenas dizer (ou mandar) ao seu filho o que fazer, envolva-o nas decisões e atividades. Pergunte: “Onde colocamos sua fralda?” ou “Qual livro você quer ler?”. Quando a criança ainda não fala, diga a ela: “Agora nós vamos guardar os brinquedos”, mostrando a ela o que fazer.

3 – Tenha rotinas

Sempre acreditei na importância da rotina para os pequenos (e para os adultos também!) e desde que Otto nasceu, confirmei essa necessidade. Crianças pequenas aprendem com repetição e consistência. Se você tiver rotinas para atividades diárias como dormir, jantar, banho etc, vai ser muito mais tranquilo.

4 – Seja respeitoso para ensinar seu filho a respeitar

Crianças aprendem respeito ao ver como isso acontece na prática. Faça pedidos com respeito. “Precisamos ir embora do parquinho em cinco minutos. Quer ir ao balanço mais uma vez?”

5 – Tenha senso de humor

Uma criança que rejeita uma ordem pode responder com animação a um convite divertido para jogar. “Será que você pode escovar os dentes e colocar o pijama antes do papai?”

6 – Seja empático

Tenha empatia pelo seu filho quando ele chora (ou faz uma birra). Talvez ele esteja frustrado com a própria falta de habilidade em expressar o que ele deseja. Empatia envolve compreensão e conexão. Se quiser sair do parque e seu filho não, dê um abraço e valide seus sentimentos. “Você está chateado porque quer ficar no parque, mas agora é hora de ir embora.” Se você mimar seu filho deixando que fique no parque mais tempo, ele não terá oportunidade de aprender com a experiência de que pode sobreviver a essa frustração – e ele pode aprender que você pode ser manipulado.

7 – Acompanhe seu filho com ação gentil e firme

Às vezes, quanto menos se fala, melhor. Isso pode significar redirecionar o comportamento do seu filho ou mostrar o que ele pode fazer em vez de punir pelo que ele não pode fazer. Pode ser tirar a criança do escorregador, sem dizer nada, quando ela se recusa a sair, em vez de entrar em discussão ou batalha de vontades.

8 – Tenha paciência (mesmo)

Você pode precisar ensinar coisas ao seu filho muitas e muitas vezes até que ele entenda. Exemplo: você pode ensinar uma criança pequena a compartilhar, mas ela não entende o conceito para fazer isso sozinha. Compartilhar requer tempo, prática e controle de impulso mais desenvolvido. Não leve o comportamento do seu filho para o lado pessoal.

9 – Supervisione, distraia e redirecione

Fale menos e aja mais. Crianças pequenas precisam de supervisão. Se a criança se dirige a uma porta aberta, pegue-a silenciosamente pela mão e leve-a onde deve ir. Mostre a ela o que ela pode fazer em vez do que ela não pode. Quando você entender que as crianças realmente não entendem o NÃO da maneira que você acha que elas deveriam, faz mais sentido usar distração ou redirecionamento (tem post sobre isso no insta, clique aqui).

10 – Seu filho é único!

As crianças se desenvolvem de maneira diferente e têm diferentes pontos fortes. Quando você espera de uma criança algo que ela não pode dar só trará frustração. Portanto, ajuste sua expectativa. Seus sobrinhos podem se sentar silenciosamente em um restaurante por horas, já seus filhos ficam nervosos depois de 10 minutos, não importa o quanto você os prepare. Ajuste sua expectativa!

Observe seu filho e aprenda como ele é único. Apresente novas oportunidades e atividades; descubra seus interesses, o que ele pode fazer sozinho e o que precisa de ajuda.

E então, gostou das dicas? São preciosas e para usar na vida! Deixe seus comentários e compartilhe com quem puder se interessar.

Dica de série: Chesapeake Shores

chesapeake shores

Terminei essa série fofa que comecei sem nenhuma pretensão, achando mais ou menos no começo, mas que me pegou. Tipo romance leve, água com açúcar, delícia de ver antes de dormir.

Conta a história de uma família de cinco filhos com pais separados que carregam uma ferida profunda pela partida da mãe. Cada um deles mora em uma cidade diferente, até que todos voltam a morar em Chesapeake Shores, a cidade fictícia que dá nome à série.

A protagonista Abby é mãe-solo e profissional bem-sucedida do mercado financeiro que vive a vida agitada em Nova York, onde se divide entre o trabalho e o cuidado com as duas filhas, Carrie e Caitlyn. Após passar o verão na casa do pai, quando percebe que não dá mais para viver no ritmo alucinado em que estava, decide voltar e retomar uma vida mais tranquila em Chesapeake Shores e assim poder ver suas filhas crescerem.

Abby tem muito em comum  com tantas mães como nós, vida real: batalha duro para dar uma vida confortável para as filhas, ao mesmo tempo em que sente que está perdendo muito  da vida das meninas (a culpa materna), aqueles pequenos momentos que às vezes passam despercebidos quando somos atropeladas pela vida corrida. Ela é boa mãe, mas quer ser perfeita (quem nunca?) e a certa altura da história se desgasta entre trabalho, filhas e outras atividades que se propõe a organizar para proporcionar boas memórias para as filhas, como piqueniques e caça às narcejas no quintal de casa. Com o tempo, ela percebe que está desempenhando um bom papel como mãe e que ela não precisa ser perfeita para isso.

Megan é mãe de Abby e seus irmãos. Após anos de um casamento turbulento com Mick, cheio de brigas e desentendimentos, ela vai embora da cidade deixando o marido e os filhos adolescentes. Após 17 anos ela retorna para tentar retomar a relação e os laços de afeto com os filhos. Mas, apesar de explicar suas motivações para ter partido, não é tão fácil ganhar o coração de todos.

É uma série leve e bonita, que mostra as dificuldades de relacionamento de uma família, assim como de tantas outras. Diferenças de temperamento, buscas internas de cada um, conquistas, desentendimentos, casa cheia, piadas internas de irmãos… Muito gostosa de assistir. Foi minha companheira nas últimas semanas e já estou sentindo falta. São quatro temporadas na Netflix, vale a pena assistir!