11 ideias de temas de mesversário

Se tem uma onda que pegou nos últimos tempos, foi o costume de comemorar os mesversários dos bebês, ou seja: celebrar mês a mês o crescimento dos pequenos durante o primeiro ano. Tem coisa mais gostosa?

Mas algumas vezes temos dúvidas sobre o tema, então trouxe 11 ideias que a mamãe Sofia (@topdicasdeviagem ), do baby Theo, cedeu gentilmente pra compartilhar com vocês aqui no blog.

1 mesversário
Nada mais temático para um pequeno americano do que a bandeira dos EUA. Esse foi o tema do primeiro mês
2 mesversário
A família do Theo é bem ligada em esportes, então, basebol para o segundo mês
3 mesversário
Três meses com bebê fantasiado de Zezé, dos Incríveis 😀
4 mesversário
Theo no espaço foi o tema escolhido para comemorar 4 meses
5 mesversário
Mickey é um clássico e não podia faltar; ele decorou os 5 meses do Theo
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Olha o esporte aí de novo, dessa vez com futebol da Champions League para os 6 meses
7 mesversário
7 meses com Brasil na Copa América e a família toda uniformizada de verde e amarelo
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Também não podia faltar um herói: Capitão América para os 8 meses
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Fofo e colorido foi o circo do Theo para os 9 meses
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Uma família super viajante não podia deixar de lado esse tema. O mais bacana é que a decoração foi toda feita com objetos trazidos de viagens
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Como os 11 meses foram comemorados em outubro, a mãe criativa escolheu Oktoberfest

São ideias bacanas e cheias de criatividade que super dá para reproduzir em casa. Curtiram? Contem aí seus temas favoritos!

A importância do método canguru para os bebês prematuros

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Quem teve bebê prematuro sabe quão valiosos são os momentos passados fazendo canguru com os pequenos.
O método, também chamado de pele a pele, é bom tanto para os bebês quanto para os pais porque aquece o nosso coração poder ficar com eles ali coladinhos na gente.
O contato pele a pele é muito importante para os bebês prematuros e tem grandes benefícios:
  • Aumenta o vínculo entre a mãe/pai e o bebê;
  • Favorece melhor controle térmico, já que a mãe aquece o bebê naturalmente;
  • Estimula o aleitamento materno (sempre que fazia pele a pele, ficava com o peito vazando leite);
  • Diminui a permanência hospitalar;
  • Proporciona maior confiança aos pais para manusear a criança de baixo peso, inclusive após a alta.
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Quando Otto esteve na UTI, só pôde fazer canguru depois de 13 dias. As enfermeiras pediam que ficássemos, pelo menos, uma hora com ele no colo, pois tirar da incubadora (onde ele tinha a temperatura e umidade necessárias), somado à manipulação da enfermeira para trazê-lo ao colo, era bem estressante pra ele. Se fizesse o retorno antes de uma hora não seria bom. Mas era tão gostoso, que ficávamos mais do que isso. Eu relaxava tanto que dava até um soninho nesses momentos. Já fazia parte da minha rotina no hospital: todos os dias após o almoço, eu fazia a ordenha e depois entrava na UTI para fazer pele a pele.

Tenho certeza que o método também deu um empurrãozinho para o melhor desenvolvimento do Otto durante a internação, para que saísse logo e saudável.

Uma vez, uma enfermeira disse que os bebês gostam de fazer pele a pele porque ouvem o coração da mãe e isso remete ao período em que estiveram no útero. Achava lindo e sempre pensava nisso quando estávamos juntos, e acho que essa é uma lembrança que temos até hoje. Otto vira e mexe pede um colinho e fica deitado grudadinho de chamego ouvindo o coração da mamãe.

Contem aqui nos comentários suas experiências com o método canguru.
*Contém informações retiradas do site prematuridade.com